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Marco Aurélio sobre vazamento da OAS: “Precisamos apurar”

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Ministro do Supremo Tribunal Federal defende apuração do vazamento da delação premiada do empreiteiro Léo Pinheiro, da OAS, à revista Veja, e, ao contrário de Gilmar Mendes, disse acreditar que ele não tenha ocorrido por meio do Ministério Público; "O vazamento, eu não consigo imaginar que parta do Ministério Público. Precisamos apurar, porque é algo que conflita com a lei regedora da colaboração premiada e verificar como houve esse vazamento. Certamente o vazamento não partiu da revista Veja", declarou; revista trouxe na capa o ministro Dias Toffoli, também do STF, que teria sido beneficiado pela OAS com uma reforma em sua residência; procurador-geral da República, Rodrigo Janot, negou que tenha vazado informações da delação e assegurou que o nome de Toffoli não costa no depoimento do empreiteiro; depois do vazamento, ele suspendeu a delação da OAS

Amorim: impeachment trará 2 anos de muita tensão

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Ex-ministro nos governos Lula e Dilma, Celso Amorim diz que "nunca [se] pode abandonar todas as esperanças, mas pensando na hipótese mais provável, que haja o impeachment, isso causa um certo trauma tanto interno quanto externo"; "Vejo um grande trauma porque não é um impeachment em relação a uma pessoa, mas a um projeto político", opina; para ele, "vamos ter um momento longo, esses próximos dois anos pelo menos, com muita tensão social. E com decisões que podem afetar o futuro a longo prazo por um governo que a rigor não foi eleito, então isso é muito preocupante"; o ex-chanceler faz ainda faz duras críticas à oposição de José Serra à transferência da presidência pro tempore do Mercosul para a Venezuela; "Não se pode excluir um país porque você não gosta da política dele"