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25.05.2016

Fotos Públicas


Relógio de Janot volta a mostrar precisão política

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"O relógio de Janot acertou-se com precisão à marcha do impeachment no Congresso. A gravação de Romero Jucá ficou guardada até passar o dia 17 de abril, quando a Câmara aprovou a autorização da abertura do processo, e até 11 de maio, quando houve a votação do Senado. E foi aparecer agora, dez dias depois da posse de Temer", diz a colunista Tereza Cruvinel; ela afirma ainda que, se Janot quisesse, "poderia ter agido para impedir que a trama fosse consumada e Dilma afastada pela acusação, que não convenceu o mundo,  de ter cometido crime de responsabilidade com medidas contábeis: pedaladas e decretos"; nos diálogos de Jucá, ele diz que o impeachment tinha como objetivo deter a Lava Jato

Gravado, Renan diz: "todos estão putos com ela"

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Em conversas com Sérgio Machado, o ex-presidente da Transpetro que também gravou Romero Jucá, o presidente do Congresso, senador Renan Calheiros (PMDB-AL), dizia ser inviável a permanência da presidente Dilma Rousseff no poder; "todos estão putos com ela", afirmou, em referência aos ministros do STF; nos áudios, Renan também defendeu mudanças nas leis das delações premiadas e disse que o senador Aécio Neves estava com medo; "Aécio [Neves, presidente do PSDB] está com medo. [me procurou] 'Renan, queria que você visse para mim esse negócio do Delcídio, se tem mais alguma coisa'", contou Renan, em referência à delação de Delcídio do Amaral (ex-PT-MS), que fazia citação ao tucano


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