Amapá 247 - O Estado pagou R$ 1.9 milhão visando à construção de 270 casas populares, creches, muro de arrimo e área viária. Na ocasião a Caixa Econômica Federal (CEF) condenou a área imprópria para a construção de moradias e o Ministério Público Federal que o local é área de Marinha e não propriedade particular.
A o terreno foi comprado de José Alcino Furtado Abdon, conhecido por "Zeca Diabo", no entanto, o Ministério Público Federal (MPF) e a Advocacia Geral da União (AGU) entraram com um processo, o qual tramita na 2ª vara Federal, questionando a propriedade dessa área, afirmando que a mesma é irregular para este fim
Além de Zeca Diabo estão indiciados no mesmo processo o ex-secretário de Estado da Infraestrutura, Alcir Figueira Matos e o ex-governador Antônio Waldez Góes.
"O terreno fica em uma área de ressaca, o que torna inviável à construção de qualquer obra naquele lugar. O espaço é pertencente à União, já que está em Área de Marinha, conforme determinação constitucional", explica o procurador geral Antônio Kleber de Souza Santos.
Em razão das irregularidades o Estado teve que comprar uma nova área para garantir a execução do Programa de Aceleração do Crescimento.
O Estado exige à Justiça o reconhecimento de improbidade administrativa, e que àqueles que causaram danos ao erário sejam obrigados a restituir o valor gasto pela compra irregular.
O ex-governador tenta voltar ao governo como pré-candidato do PDT nas eleições de 2014.

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