OAS repassou mais US$ 4,8 mi a Costa na Suíça

Polícia Federal identifica depósitos de braço da empreiteira de César Mata Pires (dir.) nas Ilhas Virgens Britânicas em uma conta na Suíça controlada pelo ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa; acusado de atuar em esquema de lavagem de dinheiro do doleiro Alberto Youssef, o réu entregou em depoimento à Justiça extrato de US$ 19 milhões em suas contas e citou propinas pagas pela Odebrecht, de Marcelo Odebrecht, e pela Camargo Corrêa, presidida por Vitor Hallack

Polícia Federal identifica depósitos de braço da empreiteira de César Mata Pires (dir.) nas Ilhas Virgens Britânicas em uma conta na Suíça controlada pelo ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa; acusado de atuar em esquema de lavagem de dinheiro do doleiro Alberto Youssef, o réu entregou em depoimento à Justiça extrato de US$ 19 milhões em suas contas e citou propinas pagas pela Odebrecht, de Marcelo Odebrecht, e pela Camargo Corrêa, presidida por Vitor Hallack
Polícia Federal identifica depósitos de braço da empreiteira de César Mata Pires (dir.) nas Ilhas Virgens Britânicas em uma conta na Suíça controlada pelo ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa; acusado de atuar em esquema de lavagem de dinheiro do doleiro Alberto Youssef, o réu entregou em depoimento à Justiça extrato de US$ 19 milhões em suas contas e citou propinas pagas pela Odebrecht, de Marcelo Odebrecht, e pela Camargo Corrêa, presidida por Vitor Hallack (Foto: Roberta Namour)


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247 – A Polícia Federal identificou, a partir de documentos apreendidos na Operação Lava Jato, transferências bancárias de mais de US$ 4,8 milhões da OAS African Investments em uma conta na Suíça controlada pelo ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa.

Os depósitos da empresa, que é um braço da empreiteira de César Mata Pires no paraíso fiscal das Ilhas Virgens Britânicas, foram feitos para a offshore Santa Thereza Services Ltd, de Costa, nos dias 7 de maio, 11 de junho e 17 de julho de 201.

Apontado como comparsa do doleiro Alberto Youssef no esquema de lavagem de dinheiro e pagamento de propina a servidores que movimentou mais de R$ 10 bilhões, Costa depôs ontem na Justiça, seguindo acordo de delação premiada.

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Ele afirmou que o esquema de desvio de recursos na estatal alimentou campanhas políticas do PT, do PMDB e do PP. Entregou ainda um extrato de US$ 19 milhões em suas contas e citou propinas pagas por duas empreiteiras: a Odebrecht, de Marcelo Odebrecht, e a Camargo Corrêa, presidida por Vitor Hallack. O ex-diretor da Petrobras disse ter recebido uma propina paga até mesmo pelo presidente de outra estatal ligada à Petrobras. Sergio Machado, presidente da Transpetro, teria pago a ele R$ 500 mil. Outro nome citado foi o de José Eduardo Dutra, ex-presidente da BR Distribuidora (leia aqui).

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