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Lava Jato ignora propinas em obras do PSDB e do PMDB

Durante coletiva sobre a 35ª fase da Operação Lava Jato, o delegado Filipe Pace disse, e talvez tenha se arrependido, estar “documentalmente provado” que Marcelo Odebrecht coordenou pagamento de propinas relacionadas a várias obras federais e estaduais, citando, entre elas, o metrô e trens de São Paulo e a coleta e tratamento de lixo no Estado, além da reforma do aeroporto Santos Dumont e outras obras do Rio; "Estas ilicitudes, entretanto, estão vinculadas a governos do PSDB, no caso de São Paulo, e do PMDB, no caso do Rio", destaca Tereza Cruvinel, lembrando que o delegado "tergiversou" quando questionado "sobre os agentes identificados como recebedores destas propinas"; "Estes casos não interessaram à Lava Jato. Afinal, não envolvem 'agentes políticos' do PT", afirma Tereza

Núcleo duro de Temer o aconselha a demitir Moraes

Marcelo Camargo/Agência Brasil

Embora tenha decidido adiar para hoje a conversa que teria com Alexandre de Moraes, depois do escândalo do vazamento da mais recente etapa da Lava Jato durante um evento eleitoral do PSDB, o presidente Michel Temer ainda vem sendo pressionado a demiti-lo por seus assessores mais próximos; um dos motivos é a quebra de sigilo da operação, que transmite a ideia de perseguição a adversários políticos; outra, o fato de Moraes servir mais a Geraldo Alckmin, que será candidato à presidência em 2018, do que a Temer