247 – Agora, quando a questão paraguaia toma a agenda da Organização dos Estados Americanos (OEA), fica ainda mais claro porque o Brasil tem firmado posição tão intransigente a respeito da condenção do processo de impeachment do presidente do Paraguai, Fernando Lugo. Um dos principais motivos é o fato de os Estados Unidos estarem do outro lado, posicionados a favor da subida ao poder do atual presidente Federico Branco. Com interesses que incluem a instalação de uma base militar no país vizinho, os americanos já deram mostraram de que mobilizarão todos os seus votos na OEA, onde detém forte influência sobre os países centrais e caribenhos, pela aprovação da mudança política.
De olho nesse movimento, liderado pelo chanceler Antonio Patriota o Brasil tenta cabalar votos até mesmo entre países pequenos, como Santa Lúcia, uma discreta ilha no mar do Caribe. Nesta quinta-feira 12, em Brasília, Patriota aproveitou a visita do chanceler Alva Baptiste para mandar recados à OEA, pedindo o alinhamento da organização aos vetos adotados pelo Mercosul e a Unasul, organismos nos quais o Brasil é a voz mais forte.
O Estados Unidos, no entanto, sabem bem o querem. Em resposta à crítica do chanceler brasileiro ao posicionamento do secretário-geral da OEA, José Miguel Insulza, de que a virada no poder do Paraguai atendeu às regras democráticas do país – ele não estaria falando em nome da Organização, disse Patriota –, a secretária de Estado adjunta para a América Latina, Roberta Jacbson, rebateu que, ao contrário, Insulza tem sim respaldo da Organização para falar. Essa queda de braço irá durar, sem dúvida, até mesmo depois de a OEA votar uma resolução a respeito do assunto.
Abaixo, notícia da Agência Brasil sobre a disputa Brasil-Estados Unidos em torno da questão paraguaia:
Mariana Branco _Agência Brasil, Brasília - O ministro das Relações Exteriores, Antonio Patriota, disse ter expectativa de que a Organização dos Estados Americanos (OEA) leve em conta a postura adotada pela União de Nações Sul-Americanas (Unasul) e pelo Mercado Comum do Sul (Mercosul) quando for se posicionar oficialmente sobre a atual situação do Paraguai.
Os dois blocos internacionais suspenderam o Paraguai de seus quadros até a convocação de novas eleições, por discordarem de como foi conduzido o processo de impeachment do ex-presidente Fernando Lugo. De acordo com Antonio Patriota, não há data prevista para uma reunião em que a OEA decida sobre o assunto.
Patriota deu a declaração em coletiva de imprensa após encontro com o chanceler da ilha caribenha de Santa Lúcia, Alva Baptiste. "O Mercosul e a Unasul tomaram uma postura importante. Esperamos que os órgãos mais amplos levem em consideração o que esses subgrupos decidiram", afirmou o ministro.
No início da semana, o secretário-geral da organização, José Miguel Insulza, sugeriu que seja feito um plano de ação para facilitar o diálogo entre os países americanos e que defendeu que o Paraguai não sofra suspensão. No entanto, Patriota disse ontem (11) que as afirmações de Insulza não constituem a posição oficial da Organização dos Estados Americanos.
Antonio Patriota comentou ainda as declarações da secretária de Estado adjunta para América Latina dos Estados Unidos, Roberta Jacobson, que elogiou a postura do secretário-geral da OEA e defendeu equilíbrio e diálogo nas relações com o Paraguai. "Na conversa que tive com a secretária de Estado, Hillary Clinton, houve manifestação de séria preocupação com o respeito ao direito de ampla defesa no processo [contra Fernando Lugo]", disse.
O chanceler Alva Baptiste também se manifestou sobre o Paraguai. "Quero deixar claro que Santa Lúcia acredita na democracia. Santa Lúcia não apoia nem apoiará qualquer coisa que coloque em cheque os valores que abraçamos. Todo esforço será feito para garantir que o hemisfério continue nesse caminho [da democracia]", declarou.
Comentários
25 comentários em "Paraguai divide Brasil e EUA por hegemonia na AL"
FHC VAGABUNDO 14.07.2012 às 16:03
Fernanda Paiva 13.07.2012 às 15:22 Certa feita, FHC, que estava acompanhado de seu indefectível Ministro das Relações Exteriores, Celso Lafer, que há pouco tempo já tinha se ajoelhado a um estafeta de um aeroporto americano para tirar os sapatos, foi aos EUA para falar com o ex-presidente Clinton. Antes da entrevista, e já no lobby da sala oval da Casa Branca, foi advertido pelo Ministro Lafer, escaldado pela vassalagem anterior, que Clinton, dependendo da importância da pessoa com quem iria parlamentar, recebia-os em pé, ou sentados. Tratando-se de figura de proa, sentava-se à frente do ex-presidente, senão, permanecia em pé mesmo. FHC, cagão e subserviente como sempre, não teve dúvidas, ao ser anunciado para a entrevista, arriou as calças rapidamente, postou-se de quatro e foi engatinhando de ré até Clinton. Esse é o Brasil de FHC. Não é preciso dizer mais nada._______________________________________FERNANDINHA,TE ADORO,HI,HI,HI...
Afonso 13.07.2012 às 23:19
Só para lembrar: há dois dias FHC ganhou UM MILHÃO DE DÓLARES dos americanos. Alguém aí sabe porque? KKKKKKKKKKKK
FHC VAGABUNDO 13.07.2012 às 16:40
Artigo: Estados Unidos, Venezuela e Paraguai, por Samuel Pinheiro Guimarães 1. Não há como entender as peripécias da política sul-americana sem levar em conta a política dos Estados Unidos para a América do Sul. Os Estados Unidos ainda são o principal ator político na América do Sul e pela descrição de seus objetivos devemos começar. 2. Na América do Sul, o objetivo estratégico central dos Estados Unidos, que apesar do seu enfraquecimento continuam sendo a maior potência política, militar, econômica e cultural do mundo, é incorporar todos os países da região à sua economia. Esta incorporação econômica leva, necessariamente, a um alinhamento político dos países mais fracos com os Estados Unidos nas negociações e nas crises internacionais. 3. O instrumento tático norte-americano para atingir este objetivo consiste em promover a adoção legal pelos países da América do Sul de normas de liberalização a mais ampla do comércio, das finanças e investimentos, dos serviços e de “proteção” à propriedade intelectual através da negociação de acordos em nível regional e bilateral. 4. Este é um objetivo estratégico histórico e permanente. Uma de suas primeiras manifestações ocorreu em 1889 na I Conferência Internacional Americana, que se realizou em Washington, quando os EUA, já então a primeira potência industrial do mundo, propuseram a negociação de um acordo de livre comércio nas Américas e a adoção, por todos os países da região, de uma mesma moeda, o dólar. 5. Outros momentos desta estratégia foram o acordo de livre comércio EUA-Canadá; o NAFTA (Área de Livre Comércio da América do Norte, incluindo além do Canadá, o México); a proposta de criação de uma Área de Livre Comércio das Américas - ALCA e, finalmente, os acordos bilaterais com o Chile, Peru, Colômbia e com os países da América Central. 6. Neste contexto hemisférico, o principal objetivo norte-americano é incorporar o Brasil e a Argentina, que são as duas principais economias industriais da América do Sul, a este grande “conjunto” de áreas de livre comércio bilaterais, onde as regras relativas ao movimento de capitais, aos investimentos estrangeiros, aos serviços, às compras governamentais, à propriedade intelectual, à defesa comercial, às relações entre investidores estrangeiros e Estados seriam não somente as mesmas como permitiriam a plena liberdade de ação para as megaempresas multinacionais e reduziria ao mínimo a capacidade dos Estados nacionais para promover o desenvolvimento, ainda que capitalista, de suas sociedades e de proteger e desenvolver suas empresas (e capitais nacionais) e sua força de trabalho. 7. A existência do Mercosul, cuja premissa é a preferência em seus mercados às empresas (nacionais ou estrangeiras) instaladas nos territórios da Argentina, do Brasil, do Paraguai e do Uruguai em relação às empresas que se encontram fora desse território e que procura se expandir na tentativa de construir uma área econômica comum, é incompatível com objetivo norte-americano de liberalização geral do comércio de bens, de serviços, de capitais etc que beneficia as suas megaempresas, naturalmente muitíssimo mais poderosas do que as empresas sul-americanas. 8. De outro lado, um objetivo (político e econômico) vital para os Estados Unidos é assegurar o suprimento de energia para sua economia, pois importam 11 milhões de barris diários de petróleo sendo que 20% provêm do Golfo Pérsico, área de extraordinária instabilidade, turbulência e conflito. 9. As empresas americanas foram responsáveis pelo desenvolvimento do setor petrolífero na Venezuela a partir da década de 1920. De um lado, a Venezuela tradicionalmente fornecia petróleo aos Estados Unidos e, de outro lado, importava os equipamentos para a indústria de petróleo e os bens de consumo para sua população, inclusive alimentos. 10. Com a eleição de Hugo Chávez, em 1998, suas decisões de reorientar a política externa (econômica e política) da Venezuela em direção à América do Sul (i.e. principal, mas não exclusivamente ao Brasil), assim como de construir a infraestrutura e diversificar a economia agrícola e industrial do país viriam a romper a profunda dependência da Venezuela em relação aos Estados Unidos. 11. Esta decisão venezuelana, que atingiu frontalmente o objetivo estratégico da política exterior americana de garantir o acesso a fontes de energia, próximas e seguras, se tornou ainda mais importante no momento em que a Venezuela passou a ser o maior país do mundo em reservas de petróleo e em que a situação do Oriente Próximo é cada vez mais volátil. 12. Desde então desencadeou-se uma campanha mundial e regional de mídia contra o Presidente Chávez e a Venezuela, procurando demonizá-lo e caracterizá-lo como ditador, autoritário, inimigo da liberdade de imprensa, populista, demagogo etc. A Venezuela, segundo a mídia, não seria uma democracia e para isto criaram uma “teoria” segundo a qual ainda que um presidente tenha sido eleito democraticamente, ele, ao não “governar democraticamente”, seria um ditador e, portanto, poderia ser derrubado. Aliás, o golpe já havia sido tentado em 2002 e os primeiros lideres a reconhecer o “governo” que emergiu desse golpe na Venezuela foram George Walker Bush e José María Aznar. 13. À medida que o Presidente Chávez começou a diversificar suas exportações de petróleo, notadamente para a China, substituiu a Rússia no suprimento energético de Cuba e passou a apoiar governos progressistas eleitos democraticamente, como os da Bolívia e do Equador, empenhados em enfrentar as oligarquias da riqueza e do poder, os ataques redobraram orquestrados em toda a mídia da região (e do mundo). 14. Isto apesar de não haver dúvida sobre a legitimidade democrática do Presidente Chávez que, desde 1998, disputou doze eleições, que foram todas consideradas livres e legítimas por observadores internacionais, inclusive o Centro Carter, a ONU e a OEA. 15. Em 2001, a Venezuela apresentou, pela primeira vez, sua candidatura ao Mercosul. Em 2006, após o término das negociações técnicas, o Protocolo de adesão da Venezuela foi assinado pelos Presidentes Chávez, Lula, Kirchner, Tabaré e Nicanor Duarte, do Paraguai, membro do Partido Colorado. Começou então o processo de aprovação do ingresso da Venezuela pelos Congressos dos quatro países, sob cerrada campanha da imprensa conservadora, agora preocupada com o “futuro” do Mercosul que, sob a influência de Chávez, poderia, segundo ela, “prejudicar” as negociações internacionais do bloco etc. Aquela mesma imprensa que rotineiramente criticava o Mercosul e que advogava a celebração de acordos de livre comércio com os Estados Unidos, com a União Européia etc, se possível até de forma bilateral, e que considerava a existência do Mercosul um entrave à plena inserção dos países do bloco na economia mundial, passou a se preocupar com a “sobrevivência” do bloco. 16. Aprovado pelos Congressos da Argentina, do Brasil, do Uruguai e da Venezuela, o ingresso da Venezuela passou a depender da aprovação do Senado paraguaio, dominado pelos partidos conservadores representantes das oligarquias rurais e do “comércio informal”, que passou a exercer um poder de veto, influenciado em parte pela sua oposição permanente ao Presidente Fernando Lugo, contra quem tentou 23 processos de “impeachment” desde a sua posse em 2008. 17. O ingresso da Venezuela no Mercosul teria quatro consequências: dificultar a “remoção” do Presidente Chávez através de um golpe de Estado; impedir a eventual reincorporação da Venezuela e de seu enorme potencial econômico e energético à economia americana; fortalecer o Mercosul e torná-lo ainda mais atraente à adesão dos demais países da América do Sul; dificultar o projeto americano permanente de criação de uma área de livre comércio na América Latina, agora pela eventual “fusão” dos acordos bilaterais de comércio, de que o acordo da Aliança do Pacifico é um exemplo. 18. Assim, a recusa do Senado paraguaio em aprovar o ingresso da Venezuela no Mercosul tornou-se questão estratégica fundamental para a política norte americana na América do Sul. 19. Os líderes políticos do Partido Colorado, que esteve no poder no Paraguai durante sessenta anos, até a eleição de Lugo, e os do Partido Liberal, que participava do governo Lugo, certamente avaliaram que as sanções contra o Paraguai em decorrência do impedimento de Lugo, seriam principalmente políticas, e não econômicas, limitando-se a não poder o Paraguai participar de reuniões de Presidentes e de Ministros do bloco. Feita esta avaliação, desfecharam o golpe. Primeiro, o Partido Liberal deixou o governo e aliou-se aos Colorados e à União Nacional dos Cidadãos Éticos - UNACE e aprovaram, a toque de caixa, em uma sessão, uma resolução que consagrou um rito super-sumário de “impeachment”. Assim, ignoraram o Artigo 17 da Constituição paraguaia que determina que “no processo penal, ou em qualquer outro do qual possa derivar pena ou sanção, toda pessoa tem direito a dispor das cópias, meios e prazos indispensáveis para apresentação de sua defesa, e a poder oferecer, praticar, controlar e impugnar provas”, e o artigo 16 que afirma que o direito de defesa das pessoas é inviolável. 20. Em 2003, o processo de impedimento contra o Presidente Macchi, que não foi aprovado, levou cerca de 3 meses enquanto o processo contra Fernando Lugo foi iniciado e encerrado em cerca de 36 horas. O pedido de revisão de constitucionalidade apresentado pelo Presidente Lugo junto à Corte Suprema de Justiça do Paraguai sequer foi examinado, tendo sido rejeitado in limine. 21. O processo de impedimento do Presidente Fernando Lugo foi considerado golpe por todos os Estados da América do Sul e de acordo com o Compromisso Democrático do Mercosul o Paraguai foi suspenso da Unasur e do Mercosul, sem que os neogolpistas manifestassem qualquer consideração pelas gestões dos Chanceleres da UNASUR, que receberam, aliás, com arrogância. 22. Em consequência da suspensão paraguaia, foi possível e legal para os governos da Argentina, do Brasil e do Uruguai aprovarem o ingresso da Venezuela no Mercosul a partir de 31 de julho próximo. Acontecimento que nem os neogolpistas nem seus admiradores mais fervorosos - EUA, Espanha, Vaticano, Alemanha, os primeiros a reconhecer o governo ilegal de Franco - parecem ter previsto. 23. Diante desta evolução inesperada, toda a imprensa conservadora dos três países, e a do Paraguai, e os líderes e partidos conservadores da região, partiram em socorro dos neogolpistas com toda sorte de argumentos, proclamando a ilegalidade da suspensão do Paraguai (e, portanto, afirmando a legalidade do golpe) e a inclusão da Venezuela, já que a suspensão do Paraguai teria sido ilegal. 24. Agora, o Paraguai procura obter uma decisão do Tribunal Permanente de Revisão do Mercosul sobre a legalidade de sua suspensão do Mercosul enquanto, no Brasil, o líder do PSDB anuncia que recorrerá à justiça brasileira sobre a legalidade da suspensão do Paraguai e do ingresso da Venezuela. 25. A política externa norte-americana na América do Sul sofreu as consequências totalmente inesperadas da pressa dos neogolpistas paraguaios em assumir o poder, com tamanha voracidade que não podiam aguardar até abril de 2013, quando serão realizadas as eleições, e agora articula todos os seus aliados para fazer reverter a decisão de ingresso da Venezuela. 26. Na realidade, a questão do Paraguai é a questão da Venezuela, da disputa por influência econômica e política na América do Sul e de seu futuro como região soberana e desenvolvida. Samuel Pinheiro Guimarães é embaixador_______________É PRECISO FALAR MAIS ALGUMA COISA?HI,HI,HI...
Fernanda Paiva 13.07.2012 às 15:22
Certa feita, FHC, que estava acompanhado de seu indefectível Ministro das Relações Exteriores, Celso Lafer, que há pouco tempo já tinha se ajoelhado a um estafeta de um aeroporto americano para tirar os sapatos, foi aos EUA para falar com o ex-presidente Clinton. Antes da entrevista, e já no lobby da sala oval da Casa Branca, foi advertido pelo Ministro Lafer, escaldado pela vassalagem anterior, que Clinton, dependendo da importância da pessoa com quem iria parlamentar, recebia-os em pé, ou sentados. Tratando-se de figura de proa, sentava-se à frente do ex-presidente, senão, permanecia em pé mesmo. FHC, cagão e subserviente como sempre, não teve dúvidas, ao ser anunciado para a entrevista, arriou as calças rapidamente, postou-se de quatro e foi engatinhando de ré até Clinton. Esse é o Brasil de FHC. Não é preciso dizer mais nada.
Eros Alonso 13.07.2012 às 14:42
O Brasil precisa abandonar a OEA. Uma entidade viciada, onde os EUA imepram e determinam suas vontades. A OEA não serve mais aos interesses dos Brasil. Não podemos sujeitas nossos interesses à vontade e ao voto de pequenas ilhas do Caribe, cujos governos são sustentados e pagos pelos EUA.quanto ao Paraguai. tanto faz, Mercosul, OEA, e outras entidades discutirem o assunto. Sem reforma agrária não há saída para o país.Esse é o ponto central que gerou a queda de Lugo, da crise envolvendo o Mercosul, e os desdobramentos são terríveis para a Diplomacia americana e para a economia paraguaia.A base americana no Paraguai facilitaria o crescimento do Mercosul, da guerrilha, do terrorismo e o Paraguai ficaria sem portos para exportar, nem mesmo a soja plantada lá por brasileiros, a não ser de contrabando, como já fazem.O problema é que querem um golpe aqui, golpe branco.Os EUA acompanharam o golpe no Paraguai desde 2009, fato compprovado. Defender os EUA é agora o mesmo que trair a pátria. Boicotam tudo de tecnologia do Brasil.São inimigos disfarçados de amigos e protanto extremamente perigosos.No que tange às relações do Brasil com os EUA, FHC traiu os interesses da pátria, e quem duvida é só conversar com alguns militares graduados.Não adianta o sujeito cego pela ideologia, defender o indefensável, a traição à pátria, quase sempre por dólares e outras vantagens que sustentam títeres e lacaios por todo o mundo, mantendo um império de pés de barro, podre, cujo Deus é a Usura e a Humanidade simples mão de obra escravizada para manter o Mercado.Pior fazem um circo de corrupção e vendem ao mundo como Eleições americanas.Mentira. Lá corre muito dinheiro para os convencionais, que também corrompem.Vivem em uma ditadura de Mercado, disfarçada,e na fartura não reclamavam.Mas estão acordando.Quem se lembra como Bush ganhou na Flórica de al Gore?Quem já viu a cédula eleitoral de lá? A cédula eleitoral que elegeu Bush é um símbolo do cinismo americano.A prova flagrante da corrupção e da forma que tratam o povo americano.Até a Uganda de Idi Amin Dadá tinha cédulas eleitorais mais decentes, e isso antes do banquete humano que o imperador adorava.A cédula é prova do caráter dos políticos e autoridades americanas, que nunca, absolutamente nunca, pensaram em implantar um Democracia plena no país, como no BRASIL.HIPÓCRITAS.VADE RETRO.
Eros Alonso 13.07.2012 às 14:12
Teremos muito terrorismo no futuro. Americano e puxa-saco de americano não viverão bem neste país em questão de tempo.a carruagem está a galope em direção à separação entre EUA e latinos.Abaixo os capachos dos americanos.
Negao 13.07.2012 às 07:22
Ô comentário abaixo. Discuto política sem problemas. A única velhinha que comi foi a vadia da sua mãe. E olha como voce fala com seu pai. Como eu sei que sou seu pai? Por que sei que voce é o filho da puta!.
Silva 12.07.2012 às 23:09
Neoliberal 12.07.2012 às 22:43, correto neoliberal, quem está por trás desse controle mineral do planeta e também do controle da moeda(financeiro), são os ROTHECHILDS, o FHC quando foi eleito a primeira viajem oficial do FHC foi para a INGLATERRA, encontrar com a Famiia dos ROTHECHILDS, que é um dos mais influentes e ricos dentro do grupo dos 100 grupos eoconômicos que controla o planeta e os governos do planeta pela moeda. Coincidência ou não a primeira empresa a ser doada(privatizada), no governo do PSDB-FHC-SERRA, foi a VALE DO RIO DOCE. Depois disso a PRIVATARIA TUCANA, PAROU APENAS QUANDO O LULA ASSUMIU O CONTROLE DO BRASIL E ACABOU COM A FARRA DOS NEOLIBERAIS ENTREGUISTAS DO PSDB, QUE FAZIA TUDO QUE OS EUA MANDAVA EM NOME DO MERCADO.
Silva 12.07.2012 às 22:52
Guilherme Freitas 12.07.2012 às 22:39, vc diz que quem manda sempre é os EUA, então responda para todos que estão opinando aqui. Porque os EUA, Japão e a Inglaterra até agora ainda não invadiram a Síria, como fizeram com o IRAQUE? Responda, eu nem deveria fazer a pergunta porque sei a resposta, mas responda para os demais golpistas da extrema direita sustentados pelos EUA. Vamos ver se vc está ligado e não vai errar a resposta, ou tentar sair pela tangente, como os golpistas do PSDB-SERRA-FHC-AÉCIO-MARCONI-PERILLO-VEJA-GLOBO, etc, que distorce a verdade, ou omite, quando não mente mesmo. Responda Zé Mané.
Silva 12.07.2012 às 22:44
Rogério 12.07.2012 às 22:36, Alexandre o grande também foi o maior conquistador, porém, seu império e suas conquistas foram interrompidas pela INDIA, a INDIA não conquistou o imperio do Alexandre apenas o derrotou para preservar o povo sagrada indiano. O Brasil e o resto do mundo não quer consquistar o imperio falido dos EUA, apenas derrotá-los para o BEM e a PAZ do Planeta. Fora Americanos Golpistas o seu FIM está próximo.