"Se Aécio fosse do PT, já teriam pedido cassação"

Deputado André Vargas, forçado a se desfiliar do PT e alvo de investigação na Câmara por suspeita de envolvimento com o doleiro Alberto Youssef, afirma que seu caso é "muito menos grave" do que o do tucano Aécio Neves, acusado de ter construído um aeroporto em fazenda que era de sua família; "Viajar num avião de empresário é muito menos sério do que pegar dinheiro do povo e construir aeroporto na fazenda do tio"; Vargas diz ter sido suspenso do partido "por causa da repercussão" do caso; "Se Aécio fosse do PT,  a oposição já teria pedido a cassação do mandato dele"

Deputado André Vargas, forçado a se desfiliar do PT e alvo de investigação na Câmara por suspeita de envolvimento com o doleiro Alberto Youssef, afirma que seu caso é "muito menos grave" do que o do tucano Aécio Neves, acusado de ter construído um aeroporto em fazenda que era de sua família; "Viajar num avião de empresário é muito menos sério do que pegar dinheiro do povo e construir aeroporto na fazenda do tio"; Vargas diz ter sido suspenso do partido "por causa da repercussão" do caso; "Se Aécio fosse do PT,  a oposição já teria pedido a cassação do mandato dele"
Deputado André Vargas, forçado a se desfiliar do PT e alvo de investigação na Câmara por suspeita de envolvimento com o doleiro Alberto Youssef, afirma que seu caso é "muito menos grave" do que o do tucano Aécio Neves, acusado de ter construído um aeroporto em fazenda que era de sua família; "Viajar num avião de empresário é muito menos sério do que pegar dinheiro do povo e construir aeroporto na fazenda do tio"; Vargas diz ter sido suspenso do partido "por causa da repercussão" do caso; "Se Aécio fosse do PT,  a oposição já teria pedido a cassação do mandato dele" (Foto: Gisele Federicce)


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Paraná 247 – O deputado federal André Vargas (sem partido-PR) considera seu caso – suspeita de envolvimento com o doleiro Alberto Youssef, alvo da Operação Lava Jato – "muito menos sério" do que o do candidato do PSDB, Aécio Neves, acusado de ter construído um aeroporto em propriedade que era de sua família, em Minas Gerais.

Em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo, Vargas afirma ter sido forçado a se desfiliar do PT principalmente pelo presidente do partido, Rui Falcão. "Ele entendeu que eu estava criando um problema para a campanha da presidenta Dilma Rousseff e para as eleições nos Estados", explicou.

Alvo de investigação no Conselho de Ética da Câmara dos Deputados, André Vargas voou em um jatinho pago pelo doleiro Youssef e é acusado de ter favorecido o doleiro com projetos no Ministério da Saúde, quando a pasta era comandada por Alexandre Padilha. Nessa semana, ele pode ver aprovado o pedido de cassação de seu mandato.

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Vargas diz ser inocente e atribui sua suspensão da legenda à "repercussão" do caso. "Luta política é assim. E o PSDB tem muito o que responder, não é? Viajar num avião de empresário é muito menos sério do que pegar dinheiro do povo e construir aeroporto na fazenda do tio", criticou o parlamentar, lembrando que o senador Álvaro Dias (PSDB-PR) também voou no jatinho de Youssef em 1998.

Ainda sobre o presidenciável tucano, afirmou: "se Aécio fosse do PT, a oposição já teria pedido a cassação do mandato dele. E, do jeito que o PT é, teria entregue". Vargas afirma, porém, que não pode culpar a oposição por ter pedido seu mandato. "A oposição fez o papel dela. Nós, do PT, é que não fizemos com a oposição o que era esperado", disse.

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O ex-petista mencionou que o partido também não pediu o mandato "dos tucanos que estão sendo investigados pelo negócio do cartel dos trens, em São Paulo", por exemplo. No caso Youssef, Vargas acredita ter sido "vítima da pressa do PT". "O PT poderia ter me dado um tempo para provar que não existia nada mais do que uma viagem de jatinho".

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