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Após barrar árbitro somali, EUA submetem seleção de Senegal a revista detalhada

Delegação africana enfrentou inspeções rigorosas no desembarque, enquanto caso envolvendo oficial da Fifa amplia debate sobre controles migratórios

Após barrar árbitro somali, EUA submetem seleção de Senegal a revista detalhada (Foto: Reprodução/X)
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247 - A chegada da seleção de Senegal aos Estados Unidos para a disputa da Copa do Mundo de 2026 foi marcada por um rígido esquema de segurança. Os jogadores e integrantes da delegação passaram por uma série de inspeções logo após o desembarque no país, em um episódio que ganhou repercussão nas redes sociais e chamou atenção às vésperas do principal torneio do futebol mundial.

As informações foram divulgadas pelo portal Metrópoles. Imagens registradas no aeroporto mostram atletas senegaleses sendo submetidos a procedimentos de fiscalização antes mesmo de deixarem a área de desembarque. A situação ocorre poucos dias após outro episódio envolvendo as autoridades norte-americanas, que impediram a entrada de um árbitro credenciado para a Copa do Mundo.

De acordo com a reportagem, os integrantes da seleção passaram por verificações com detectores de metal, permaneceram sob observação constante das equipes de segurança e tiveram seus calçados inspecionados durante o processo de entrada no país.

Fiscalização reforçada em aeroportos

O desembarque da delegação africana evidencia o rigor adotado pelas autoridades dos Estados Unidos na recepção de participantes ligados à Copa do Mundo de 2026. Os procedimentos ocorreram ainda dentro das instalações aeroportuárias e envolveram diversos agentes de segurança.

Segundo o Metrópoles, a seleção de Senegal não foi a única a enfrentar esse tipo de fiscalização. Outras delegações também passaram por inspeções consideradas rigorosas ao chegar ao território norte-americano.

Um dos casos citados foi o da seleção do Uzbequistão, que enfrentou uma revista semelhante ao desembarcar na cidade que servirá de base para sua hospedagem durante a competição.

Caso de árbitro somali amplia repercussão

O episódio envolvendo Senegal acontece poucos dias depois de outro caso que gerou questionamentos sobre os procedimentos migratórios adotados pelos Estados Unidos para a Copa do Mundo.

No início da semana, o árbitro Omar Artan, da Somália, que estava credenciado para trabalhar no torneio, foi impedido de entrar no país. Conforme relatado pela publicação, o oficial teve o visto negado mesmo possuindo a documentação exigida e uma solicitação formal da Fifa.

Sem autorização para ingressar em território norte-americano, o árbitro precisou retornar após a negativa das autoridades migratórias, situação que repercutiu no meio esportivo internacional.

Copa de 2026 mobiliza esquema de segurança

Os Estados Unidos serão um dos países-sede da Copa do Mundo de 2026, ao lado de Canadá e México. A competição deverá receber milhares de atletas, dirigentes, árbitros, profissionais de imprensa e milhões de torcedores de diferentes partes do mundo.

Diante da dimensão do evento, os órgãos de segurança e imigração vêm reforçando protocolos de fiscalização em aeroportos e pontos de entrada no país, especialmente para pessoas vinculadas diretamente ao torneio.

Os recentes episódios envolvendo a seleção de Senegal, a delegação do Uzbequistão e o árbitro Omar Artan evidenciam o nível de controle adotado pelas autoridades norte-americanas durante os preparativos para a realização do Mundial.

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