América latina

Aprovação da gestão do presidente Lacalle Pou cai cinco pontos, segundo pesquisa

O levantamento das Equipes de Consultoria foi realizado após o referendo sobre a Lei de Consideração Urgente (LUC)

www.brasil247.com -
(Foto: Reuters)


Agência Regional de Notícias - A avaliação positiva do desempenho do presidente uruguaio Luis Lacalle Pou caiu de 52% para 47% no mês passado, segundo uma pesquisa divulgada nesta quarta-feira pela empresa Equipos Consultores no canal de televisão local Underlined.

O estudo reflete um aumento na reprovação também de cinco por cento, passando de 28% para 33%. Os 20% restantes dos entrevistados possuem julgamentos intermediários ou preferiram não opinar sobre o assunto.

Dessa forma, o saldo líquido da avaliação da gestão governamental passou de +24% para +14%, o nível mais baixo desde o início do governo Lacalle Pou em março de 2020.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O levantamento foi realizado entre os dias 2 e 7 de abril, poucos dias depois que o governo conseguiu manter, por uma margem estreita, os 135 artigos da Lei de Consideração Urgente (LUC) que foram submetidos a referendo pelo principal partido da oposição, a Frente Ampla (FA) e organizações sociais como o sindicato PIT-CNT.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

De acordo com o relatório da Equipos Consultores, a pesquisa também reflete a consolidação de um cenário de polarização entre os uruguaios. Entre aqueles que se identificam como eleitores da coalizão governista - que venceu as eleições em 2019 após 15 anos de governo da FA de esquerda - o presidente Lacalle Pou mantém altos índices de popularidade (78% contra 9% de desaprovação), enquanto entre a Frente Amplio adeptos, a aprovação é de 10% e a reprovação é de 72%.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Lacalle Pou não pode ser reeleito nas eleições de outubro, embora nesta semana tenham começado os debates no Uruguai sobre uma possível mudança constitucional para viabilizar essa possibilidade. O presidente, no entanto, disse que "conceitualmente" concorda com a ideia, mas entende que ela deve ser aplicada em duas eleições para evitar que a medida tenha "nome e sobrenome".

“Tenho ocupações demais para me dedicar a uma reeleição. Os países sempre encontram presidentes com outras características para outros momentos do país”, disse, assegurando que o assunto não está “na mesa de trabalho do governo”.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O conhecimento liberta. Saiba mais. Siga-nos no Telegram.

A você que chegou até aqui, agradecemos muito por valorizar nosso conteúdo. Ao contrário da mídia corporativa, o Brasil 247 e a TV 247 se financiam por meio da sua própria comunidade de leitores e telespectadores. Você pode apoiar a TV 247 e o site Brasil 247 de diversas formas. Veja como em brasil247.com/apoio

Apoie o 247

Comentários

Os comentários aqui postados expressam a opinião dos seus autores, responsáveis por seu teor, e não do 247

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Cortes 247

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
WhatsApp Facebook Twitter Email