1º de maio: defesa da democracia, da vida e dos direitos dos trabalhadores

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O evento unificado programado para a passagem do Dia Internacional dos Trabalhadores, em 1º de maio, pela internet, terá um papel de brande relevância. Na abertura, haverá um ato ecumênico. Esse evento acontece em um momento do país carregado de contradições, com o governo Bolsonaro marchando para aventuras cada vez mais irresponsáveis. Ao mesmo tempo, agrava-se a crise econômica, em meio ao avanço da pandemia do coronavírus. 

Esse cenário exige ações decididas. A ameaça à democracia pelo bolsonarismo deve encontrar na classe trabalhadora uma barreira firme de resistência. Ela é a primeira a ser atingida quando um projeto autoritário se impõe. Nesse período de revés na estrutura sindical e na legislação trabalhista, já foi possível notar como age os inimigos mais radicais dos direitos dos trabalhadores.

Essa prática obedece à lógica de que a classe trabalhadora organizada é um forte obstáculo a projetos como esse de transformar o país em mera fonte de matérias primas e força de trabalho super explorada. Sem democracia, os trabalhadores perdem força, por não poderem se organizar e fazer valer o fator numérico unitário, e o caminho para a imposição do autoritarismo fica desobstruído. 

Nessa situação da Covid-19, a importância dessa unidade é ainda maior. O descaso e a irresponsabilidade do governo Bolsonaro com a vida dos trabalhadores e de seus familiares são assombrosos. Como não existe garantia de que a economia nacional será protegida dos efeitos da pandemia, os empregos vão para o ralo e a fonte de renda seca. Os trabalhadores são lançados no olho da rua, entregues à própria sorte. 

A decisão das centrais sindicais de se unirem a uma gama de entidades e organizações representativas da sociedade para o ato do 1º de maio ganha relevância também, além do fato em si, por ser mais um passo significativo na direção da união de amplas forças na defesa da democracia e dos direitos dos trabalhadores. 

Estarão presentes os ex-presidentes da República Fernando Henrique Cardoso (FHC) e Luiz Inácio Lula da Silva, os presidentes do Senado e da Câmara dos Deputados, Davi Alcolumbre (DEM-AP) e Rodrigo Maia (DEM-RJ), o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) Dias Toffoli e lideranças políticas como o governador do maranhão Flávio Dino (PCdoB-MA) e Ciro Gomes (PDT).  

Essa ação da centrais sindicais e demais organizações corresponde ao momento político do país. Com ela, haverá um palco amplo, numa data simbólica, para a frente ampla em defesa da democracia, da economia nacional, do emprego e da renda, uma agenda que demanda amplitude. Respeitando às regras da Organização Mundial da Saúde e de outras autoridades sanitárias de isolamento social, o ato já entrou para o rol das ações decidias em defesa do país e do povo.   

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