247 - um milhão de progressistas - uma questão de resistência e de vida!

Depende da informação recheada de verdade e boa-vontade que sirva como alavanca e instrumento para a alma, de modo que o povo brasileiro ocupe o lugar de cidadão e não de zumbi, na pirâmide social

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No Brasil não temos só o carnaval e o futebol como símbolo de resistência; até, pode parecer estranho tal afirmativa, porém a existência de uma festa popular e de um esporte também popular se tornou uma forma de resistir, ou, talvez, de remissão diante de tantas injustiças e desigualdades sociais.

Somos homens e mulheres, que vivemos na periferia da História, a colonização nos fez assim. Tanto é que desenvolvemos uma baixa autoestima histórica e crônica. Fomos aferroados, fomos “catequizados”, somos sempre “golpeados” por ditaduras e populismos ideológicos assistencialistas, e, agora estamos tentando sobreviver a dois tipos de vírus.

Sim, o fascismo é um vírus que bloqueia e tolhe, faz involuir a inteligência, e divide o status quo em duas classes: milionários e miseráveis. O coronavírus também é um símbolo. Ele é biologicamente mortal, mas também é biopoliticamente poderoso, ou seja, ele é um instrumento de controle de corpos, tanto do ponto de vista orgânico como social.

Morrer infectado pela COVID-19, eventualmente me parece uma decisão potencialmente engendrada por FORÇAS DESCONHECIDAS PELA MAIORIA, e cada vez mais fica visível, que existe um MACROSISTEMA que escolhe quem vive. Rainhas, reis, príncipes, e a maioria das ditas autoridades governamentais parecem impassíveis diante do vilão matricial que invade células hospedeiras: e isto é curiosíssimo.

Parece até que esta poderosa estrutura sem reino (coronavírus) é um agente neoliberal que luta para instituir um novo regime político/econômico que visa realocar a população mundial em novos nichos de produção e aproveitamento; de maneira intencional. O poder, o conhecimento e o controle social tratado pela filosofia foulcautiana parece estar na mira: como enfoque biopolítico.

Não é por uma questão de etiqueta, ou pequena ética, que assinaremos o canal 247, é uma questão de vida, de sobrevivência: já que a bolha da desinformação, e do pós-fato gera robôs sem viço, que por vezes não creem sequer que o planeta gire em torno do seu próprio eixo, e translade o sol.

Há mensurações sobre o crescimento da fortuna de 42 brasileiros que tiveram suas fortunas aumentadas de março para cá: em 177 bilhões de reais. Se compararmos aos números de famintos, desempregados e aos 100.000 mortos pelo vírus; vislumbramos a barbárie sofisticada inaugurando (uma nova pós-idade contemporânea: A ALTA IDADE CAPITALISTA.

Vivemos sob a égide do Capitalismo que já (não vende mercadorias), e sim ações, e açõe sobre factoides. Abram os olhos população! Chega de dor e sofrimento, é preciso estudar e refletir. Tem pessoas comprando sofás por 500.000 reais, enquanto você morre na pandemia e no pandemônio. Viver é precioso.

Realmente Che Guevara estava certo, quando proferiu: “O capitalismo é o genocida mais respeitado do mundo”. E agora? Tem solução? Tem virada? 

Depende da informação recheada de verdade e boa-vontade que sirva como alavanca e instrumento para a alma, de modo que o povo brasileiro ocupe o lugar de cidadão e não de zumbi, na pirâmide social. 

#Vidasdeprofessoresedealunosimportam

#LeiaBrazilevireBrasil

#Coronavirusnãoéumfatonatural
#Assineo247etragamaisum

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