A Agenda Brasil

Diante de uma crise política e econômica recalcitrante o legislativo elaborou o esboço de uma agenda - a Agenda Brasil. É uma agenda a favor do País e não do governo, que tem data para acabar

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O Congresso Nacional tem vivenciado momentos de histórico protagonismo. Diante de uma crise política e econômica recalcitrante o legislativo elaborou o esboço de uma agenda - a Agenda Brasil. É uma agenda a favor do País e não do governo, que tem data para acabar.

São propostas iniciais englobadas em três eixos prioritários que têm potencial para reaquecer a economia, aperfeiçoar a segurança jurídica e melhorar o ambiente de negócios do País, hoje permeados pela incerteza que, na economia, é o pior dos cenários.

Todos anseiam por previsibilidade e segurança jurídica no mundo dos negócios. Queremos ser vistos como facilitadores e não sabotadores da Nação. Trata-se de uma obra aberta, sujeita a aprimoramentos, correções e críticas de todo Congresso, do setor produtivo e da sociedade.

Precisamos blindar as legislações de contratos contra surpresas e mudanças repentinas. Igualmente é inadiável aperfeiçoar o marco regulatório das concessões para ampliar investimentos em infraestrutura e favorecer os investimentos do programa de logística.

Também queremos regulamentar o ambiente institucional dos trabalhadores terceirizados existentes, melhorando a segurança jurídica dos mesmos e revisar e implementar o marco jurídico do setor de mineração.

Outra legislação que precisa ser revisitada é a de licenciamento da zona costeira com a venda de ativos denominados terrenos de marinha. Devemos também perseverar nas reformas estruturantes e criar processos expressos para licenciamento das obras estruturantes e simplificar os procedimentos ambientais.

Na perseguição do equilíbrio fiscal devemos votar a nova lei de licitações, aprovar a lei de responsabilidade das estatais, a emenda constitucional que impede o governo federal de criar programas que gerem despesas para Estados e municípios sem a indicação da respectiva fonte de financiamento.

Igualmente relevante é a reforma gradual do PIS/COFINS, reduzindo a cumulatividade, a reforma do ICMS já em andamento, a repatriação de ativos financeiros no exterior e aperfeiçoar o modelo de financiamento da saúde. Nosso desafio agora é tirar estas propostas do papel.

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