A cruzada togada, agora, ataca o senador Acir Gurgacz

A ação 935 do STF discute um empréstimo realizado pela empresa Ecatur com o Banco da Amazônia - um banco de economia mista – que emprestou dinheiro à empresa. Tanto o valor solicitado como todos os juros e encargos foram pagos integralmente obedecendo rigorosamente qualquer acordo de empréstimo e financiamento

A ação 935 do STF discute um empréstimo realizado pela empresa Ecatur com o Banco da Amazônia - um banco de economia mista – que emprestou dinheiro à empresa. Tanto o valor solicitado como todos os juros e encargos foram pagos integralmente obedecendo rigorosamente qualquer acordo de empréstimo e financiamento
A ação 935 do STF discute um empréstimo realizado pela empresa Ecatur com o Banco da Amazônia - um banco de economia mista – que emprestou dinheiro à empresa. Tanto o valor solicitado como todos os juros e encargos foram pagos integralmente obedecendo rigorosamente qualquer acordo de empréstimo e financiamento (Foto: Henrique Matthiesen)

Triste o momento vivenciado no Brasil. A saudável disputa política, dentro do processo eleitoral, está relegada às manobras rasteiras; muitas das quais praticadas por aqueles que deveriam assegurar e defender a democracia.

A cada dia que passa o alvedrio se torna usual, as inverdades são transformadas em absolutas e incontestáveis certezas e as intrigas são protegidas - por uma classe dominante arbitrária e ideológica - conforme à toga lhe convém.

Foi assim com a condenação do ex-presidente Lula, com a ação da Polícia Federal contra o ex-governador da Bahia, Jaques Wagner, e agora contra o senador Acir Gurgacz.

Estes rompantes totalitários servem, exclusivamente, para interferir na vontade soberana de nosso povo, ou seja, contaminar o processo eleitoral a fim da manutenção do poder destes vendilhões dos direitos sociais e do patrimônio do povo brasileiro.

O senador Acir Gurgacz, notado empresário do ramo de transporte, age dentro da legalidade para dar emprego a mais de 12 mil pais de família. Destaca-se na luta para o desenvolvimento do estado de Rondônia e é forte candidato a governador do estado.

A ação 935 do STF discute um empréstimo realizado pela empresa Ecatur com o Banco da Amazônia - um banco de economia mista – que emprestou dinheiro à empresa.

É importante frisar que tanto o valor solicitado como todos os juros e encargos foram pagos integralmente obedecendo rigorosamente qualquer acordo de empréstimo e financiamento. Portanto, não houve calote ou dívida pendente.

Esta transação financeira é habitual aos que empreendem para o desenvolvimento de suas regiões. Vale ressaltar que o citado senador possuía apenas 0,5% das cotas do capital da mesma, estava afastado das funções administrativas da empresa, e não ocupava cargo público naquela data.

Importante lembrar que os gestores da empresa, assim como os técnicos do banco, foram absolvidos nesta ação.

Por que somente o senador está sendo condenado?

Será por ser um forte candidato com chance real de vencer o governo de Rondônia?

Será que por pertencer a um partido de esquerda, com candidato a presidente da República?

Será que é por que o atual governador de Rondônia é do MDB, mesmo partido de Romero Jucá, Renan Calheiros, Valdir Raupp e Michel Temer?

Ou, talvez, por que desvio de finalidade não é desvio de dinheiro público e querem gerar uma nova jabuticaba exclusiva para o senador?

Isso lembra-me um texto de Bertold Brecht, quando dizia:

“Primeiro levaram os negros. Mas não me importei com isso. Eu não era negro.

Em seguida levaram alguns operários. Mas não me importei com isso, também não era operário. Depois levaram os miseráveis. Também não me importei com isso, não sou miserável.

Depois agarraram uns desempregados. Mas também tenho emprego.

Agora estão me levando.

Mas já é tarde. Como eu não me importei com ninguém. Ninguém se importa comigo. ”

Assim tem agido parte de nosso judiciário: destruindo biografias reputáveis, interferindo no processo eleitoral.

Minha solidariedade aos que sofrem com este estado totalitário, e força ao senador, futuro governador de Rondônia.

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