A democracia não sabe se desvencilhar de quem a destrói

"A democracia parece não ter meios de se desvencilhar de quem está claramente atuando para destruí-la dia após dia, à vista de todos", afirma Alex Solnik, do Jornalistas pela Democracia, ao citar críticas a Jair Bolsonaro por parte da Folha de S.Paulo, dos colunistas Helio Schwartzman e Miriam Leitão, do minsitro do STF Marco Aurélio e do jurista Miguel Reale

Jair Bolsonaro, Miriam Leitão, Miguel Reale Jr. e Marco Aurélio
Jair Bolsonaro, Miriam Leitão, Miguel Reale Jr. e Marco Aurélio (Foto: PR | STF | Reprodução)

Por Alex Solnik, do Jornalistas pela Democracia

“Espiral de infâmias”, diz o editorial da Folha de hoje. “Vive nas trevas dos porões”, acrescenta. “Insiste na agressão e na boçalidade”, completa.

“Nenhum presidente foi tão detestável” escreve o colunista Helio Schwartzman.

Miriam Leitão, n’”O Globo”, escreveu que era “dia de sentir nojo” quando ele conspurcou a memória do pai do presidente da OAB.

O ministro do STF Marco Aurélio Mello afirmou que ele precisa de “um aparelho de mordaça”.

O autor do impeachment de Dilma. Miguel Reale pediu interdição e o chama de alucinado.

Até Alexandre Frota disse que o Brasil só teve paz quando seu twitter quebrou e quando arrancou um dente.

Todos já sabem quem ele é e o mal que faz ao país. Só não sabem o que fazer para o mal cessar.

A democracia parece não ter meios de se desvencilhar de quem está claramente atuando para destruí-la dia após dia, à vista de todos.

O impeachment não parece ser mais a resposta adequada. É um processo lento, demorado, exaustivo que paralisa o país, afeta a economia, a estabilidade política e por isso é cada vez mais questionado.

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