A ‘facada’ de Bolsonaro no trabalhador

"O antipetismo que ergueu à presidência o deputado muito bem pago e pouco produtivo à Nação – aprovou apenas 2 projetos em 26 anos – vai se dissolver com a realidade de que os governos petistas foram os melhores para os trabalhadores", avalia a a jornalista Luciana Oliveira ao comentar os ataques do presidente eleito aos trabalhadores; "Lula e Dilma não só governaram para consolidar, mas ampliar e proteger da precarização conquistas trabalhistas históricas. Nunca vão esquecer os erros do PT, mas os acertos vão latejar a cada 'facada' de Bolsonaro no trabalhador. Será fácil a comparação"

A ‘facada’ de Bolsonaro no trabalhador
A ‘facada’ de Bolsonaro no trabalhador (Foto: REUTERS/Adriano Machado)

A angústia aumenta a poucos dias da posse de um presidente mentecapto.

Não há balança que pese as declarações inconsequentes de Jair Bolsonaro com efeito desanimador dentro e fora e do país.

A mais recente atinge não só o bolso, mas a dignidade dos trabalhadores.

"A legislação trabalhista, no que for possível – eu sei que está engessada – no artigo sétimo, vai ter que se aproximar da informalidade", disse.

O que ele quer é acabar com a obrigação constitucional com o décimo terceiro salário, férias, seguro desemprego, entre outros direitos dos trabalhadores.

Bolsonaro disse que "ser patrão é um tormento" por causa do 'rigor' na fiscalização com as normas trabalhistas.

O 'mimimi' de patrões que culpam os empregados por multas a infrações trabalhistas, agora vai ecoar na voz do presidente da república.

Pior, como incentivo a violações.

Nunca na história deste país um presidente criticou o Ministério Público do Trabalho por aplicar multa a empresário que coagiu empregados a votar em determinado candidato.

"Luciano Hang da Havan, de Santa Catarina, está com uma multa de 100 milhões de reais porque ele teria aliciado, obrigado os funcionários a votar em mim", disse.

Se o presidente não promove a obediência aos limites legais da relação entre patrões e empregados, esperar o que?

O futuro já não é incerto, mas aterrorizador.

De Michel Temer que prometeu empregos com a reforma trabalhista e fracassou, seguiremos com o 'precarizar mais para manter empregos' de Bolsonaro.

Está na cara que a condição do trabalhador brasileiro vai ficar ainda mais miserável.

O antipetismo que ergueu à presidência o deputado muito bem pago e pouco produtivo à Nação – aprovou apenas 2 projetos em 26 anos – vai se dissolver com a realidade de que os governos petistas foram os melhores para os trabalhadores.

Lula e Dilma não só governaram para consolidar, mas ampliar e proteger da precarização conquistas trabalhistas históricas.

Nunca vão esquecer os erros do PT, mas os acertos vão latejar a cada 'facada' de Bolsonaro no trabalhador.

Será fácil a comparação.

 

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