A luta de Temer é para não ir preso

Do Planalto para a Penitenciária de Curitiba. É contra esse trajeto, num avião da Força Aérea Brasileira, que o ilegítimo Michel Temer agora luta com unhas e dentes

Presidente Michel Temer faz pronunciamento no Palácio do Planalto. 18/05/2017 REUTERS/Ueslei Marcelino
Presidente Michel Temer faz pronunciamento no Palácio do Planalto. 18/05/2017 REUTERS/Ueslei Marcelino (Foto: Esmael Morais)

Do Planalto para a Penitenciária de Curitiba. É contra esse trajeto, num avião da Força Aérea Brasileira, que o ilegítimo Michel Temer agora luta com unhas e dentes.

Esqueça, caro leitor, a bravata palaciana segunda qual “não renuncio” ou “as reformas continuarão”. Trata-se apenas de espasmos, que precedem a inevitável morte política.

De acordo com o site Infomoney, correligionários do ilegítimo trabalham por uma renúncia “articulada” — e honrosa — para Temer que não seja a prisão.

O cardápio, completa O Globo, ainda teria um salvo-conduto para que Michel Temer deixe o país na condição de exilado político. Também se considera o indulto para extinguir a ação penal em troca da renúncia.

Ainda conforme o jornal dos Marinho, a operação estaria sendo conduzida pelos ex-presidentes Fernando Henrique Cardoso (PSDB-SP) e José Sarney (PMDB-AP), bem como pelos senadores Romero Jucá (PMDB-RR) e Renan Calheiros (PMDB-AL).

Por outro lado, nos bastidores, são cada vez mais enfáticas as possibilidades de delação premiada do senador afastado Aécio Neves (PSDB-MG) e do deputado afastado Rodrigo Rocha Loures (PMDB-PR), que “devolveu” à PF nesta segunda-feira (22) a mala contendo R$ 500 mil em propina recebida de Joesley Batista, dono da JBS.

Resumo da ópera: Michel Temer entregaria os anéis (a Presidência) para não perder os dedos (a liberdade); Rocha Loures e Aécio delatariam para não apodrecer na cadeia.

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