A pequenez metralha a sociedade a cada segundo... o homem é "tutuca" do capital

Agora chegou a hora de você professor, de você inspetor de alunos, de você merendeira, de você diretor: virar TIGRÃO, e reagir contra a arbitrariedade do “sinhozinho” e dos “capitães-do-mato” da eterna “Casa Grande”. Uni-vos docentes, uni-vos discentes

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Responsabilidade? Respondere: prometer em troca. Será que a sociedade está tendo as respostas que merece?

O diálogo a seguir é recente, ele foi compartilhado nas Redes: “As pessoas que estão na rua... Não é correto você chegar lá na rua e dar marmita, porque a pessoa tem que ser conscientizar de que ela tem que sair da rua. A rua hoje é um atrativo, a pessoa gosta de ficar na rua” diz Bia Dória no Palácio dos Bandeirantes, em diálogo com uma socialite e empresária. 

Será que houve responsabilidade no texto grafado acima, quando ele foi proferido em vídeo recentemente nas malhas digitais?

Há pessoas largadas, abandonadas, nas ruas do Brasil; elas estão famintas. Elas estão sujas, tristes, com frio. A rua não é um atrativo. Atrativo é aquilo que encanta e chama a atenção. Hoje, em Petrópolis, a temperatura é de 19 graus. Na madrugada passada marcou 10 graus. Será que eu/ou alguém se sentiria atraído pelo desejo ardente de permanecer na calçada gélida das ruas da conhecida Cidade Imperial?

A responsabilidade me promete algo em troca... E este algo advém de meu compromisso com a minha existência; minha sobrevivência. E os fatores preponderantes para tal são: alimento, vestuário, higiene, ou seja; aconchego social; itens preliminares para o bem estar.

Tais princípios, tais garantias, são constitucionais e ocorrem (do nascimento até a morte dos indivíduos) que compõem a sociedade civil, tal qual a conhecemos, porém vivemos em estado de DESIGUALDADE. Há coexistência de pauperismo e deleite.

Tanto que as chamadas autoridades governamentais planejam relativizar a pandemia causada pelo coronavírus; reabrindo Escolas, Creches, e outras instituições públicas e/ou privadas; objetivando a atender às suas demandas políticas. Até mesmo há um decreto do presidente que vetou (outro) que exige o uso de máscaras nos estabelecimentos, como Escolas, Igrejas e Comércios. Sem máscara, sem segurança, e emergencialmente tolhidos, pelo uso limitado dos tais 600,00, que agora, está mutilado em sua utilização plena. 

"Coisificados" velejamos ao sabor das ondas fascistas. Oitenta e cinco mil professores serão testados para reintrodução no tubo de ensaio da eugenia, que planifica realizar a sua experiência mais terrível: eliminar 641.564 discentes e 40.000 docentes no Estado do Rio de Janeiro. O SEPE-RJ, Sindicato dos Profissionais da Educação, já soltou uma nota de repúdio ao tal ato de irresponsabilidade por parte da Esfera Municipal e Estadual.

Abrir Escolas em plena Pandemia, com certeza, é tragédia anunciada.

Agora chegou a hora de você professor, de você inspetor de alunos, de você merendeira, de você diretor: virar TIGRÃO, e reagir contra a arbitrariedade do “sinhozinho” e dos “capitães-do-mato” da eterna “Casa Grande”. Uni-vos docentes, uni-vos discentes. 

Ah e receber retratação sob a forma de esmola das mãos das "tutucas" do capital, não alivia a responsabilidade emblemática de um discurso de ódio e desprezo pelas populações de rua (que negligenciada) cada vez aumenta mais.

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