A selvageria machista começa a fechar as portas

Uma enxurrada de insultos tem sido distribuídos ao tom de megafones sobre as mulheres que fazem da sua vida a função de lutar por um país justo

Uma enxurrada de insultos tem sido distribuídos ao tom de megafones sobre as mulheres que fazem da sua vida a função de lutar por um país justo.

Discursos machistas, ofensas com o uso de vocabulário vulgar digno de quem frequenta os bueiros e esgotos da cidade são expelidos da boca dos agressores das mulheres fortes que não se deixam abalar.

Toda essa atitude reflete a imagem retrógrada e medieval que ainda rasteja no chão de quem lhe dá espaço.

O Brasil é um país de todas e todos, uma nação que não admite esse tipo de comportamento.

Um comportamento que só pode ser explicado pela falta de talento ou uma admiração negada.

Com a soberania própria, as mulheres continuam firme, encarando de frente, quando possível, sem baixarias desmontam e desqualificar seus argumentos chulos, também há aqueles que se escondem por traz das câmeras ou de um teclado, tentando chamar atenção.

Ofensas, nada se diferem de agressões, machucam a alma, não derrotam essas mulheres, mas como pessoas humanas, imaginam, se questionam:

Que tipo de ser humano é esse? Como pode agir assim?

A resposta, companheiras, reside na total insegurança.

Gleisis, Marias do Rosário, da Penha, Manuelas, Dilmas e todas que travam uma luta diária contra o desrespeito e o abuso.

Nos lares, nos transportes, nas ruas ou no trabalho, vocês são heroínas dignas de respeito.

A figura desenhada de fragilidade, só serve unicamente para tentar impor a superioridade masculina, que não é real!

As mídias conservadoras, com seus empregados propagadores do machismo rotineiramente empurram a imagem da figura da mulher submissa que depende do homem, ou, ainda, exploram a figura da sensualidade.

Esse tipo de mensagem não cabe mais aos olhos e ouvidos de nós, brasileiros, que acreditamos na igualdade e na justiça.

Sua tentativa de perpetuar um país desigual, preconceituoso já é falida.

A solução para vocês, disseminadores da mentira e do ódio, é fechar as portas.

Pelo fim da cultura do ódio e do machismo.

Viva as mulheres!

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