Aço, PIB e eleições

A decisão do Presidente norte-americano de taxar em 25% a importação de aço é um tiro certeiro no setor de mineração brasileiro. Somos uma das potências mundiais da extração e venda da commoditie e os EUA são nossos maiores compradores

A decisão do Presidente norte-americano de taxar em 25% a importação de aço é um tiro certeiro no setor de mineração brasileiro. Somos uma das potências mundiais da extração e venda da commoditie e os EUA são nossos maiores compradores
A decisão do Presidente norte-americano de taxar em 25% a importação de aço é um tiro certeiro no setor de mineração brasileiro. Somos uma das potências mundiais da extração e venda da commoditie e os EUA são nossos maiores compradores (Foto: Luiz Henrique Dias)

A decisão do Presidente norte-americano de taxar em 25% a importação de aço é um tiro certeiro no setor de mineração brasileiro. Somos uma das potências mundiais da extração e venda da commoditie e os EUA são nossos maiores compradores. 

Eis um dos motivos de olhar para o norte na política externa: eles nos rifam na primeira oportunidade. 

No Brasil, Temer comemora o PIB de 1% e a imprensa festeja junto (quando Lula era presidente e teve PIB similar, os mesmos jornais criticavam e chamavam de “pibinho”).

Cabe lembrar, no entanto, que:

1- o cálculo do PIB é relativo ao período anterior. Assim, houve um aumento do que estava baixo, logo o balanço continua negativo. 

2- o dado tomou espaço do resultado do desemprego: mais de 12 milhões de pessoas continuam sem trabalho no Brasil e quem sai da fila da desocupação consegue apenas trabalhos informais ou salários incompatíveis com suas necessidades. 

No campo eleitoral, a imprensa chama Lula de “isolado” e “enfraquecido”, mas as últimas pesquisas mostram que ele segue com mais intenções de votos que todos os outros somados e, mesmo preso, venceria as eleições. 

Ao vivo na TV 247 Youtube 247