Bandidos sentam no rabo e atacam Lula

Um grupo de 13 senadores tucanos e outros em sua maioria favoráveis ao golpe em ação no Brasil foi ao STF na semana passada entregar uma carta assinada em defesa da prisão após a condenação em segunda instância. Todos bandidos, que tem ou tiveram processos tramitando na justiça pelas mais variadas falcatruas

lula sindicato
lula sindicato (Foto: Chico Vigilante)
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São unânimes em afirmar que a prisão de Lula e o impeachment de Dilma sempre fizeram parte de um golpe dado com aparência de legal mas comandado por bandidos.

Para os que resistem em acreditar vou dar apenas um exemplo recente de bandidos agindo organizadamente contra Lula.

Um grupo de 13 senadores tucanos e outros em sua maioria favoráveis ao golpe em ação no Brasil foi ao STF na semana passada entregar uma carta assinada em defesa da prisão após a condenação em segunda instância.

Antes não se manifestaram a respeito, mas agora é a hora porque trata-se de deixar Lula preso.

Todos bandidos, que tem ou tiveram processos tramitando na justiça pelas mais variadas falcatruas. Reparem só os assinantes da carta ao STF:

TASSO JEREISSATI (PSDB-CE)
Empresário, acionista em bancos no Brasil e no exterior, tem processo no Supremo por desvio de dinheiro público; Auditorias do Banco Central o apontam como responsável pela falência do Banco do Estado do Ceará – BEC, com a realização de falsos empréstimos, no valor de cerca de R$1 bilhão, cujos beneficiários foram os financiadores de sua campanha ao Senado.

CRISTOVAM BUARQUE (PPS-DF)
Condenado por improbidade administrativa pelo Tribunal de Justiça do Distrito Federal. De acordo com a denúncia, Buarque teria usado dinheiro público para produzir material publicitário com fins eleitorais em 1995, quando era governador do DF.

ANA AMÉLIA (PP-RS)
Acusada de omissão na declaração de bens da candidata à justiça eleitoral, de uma fazenda de 1,9 mil hectares, a fazenda Saco do Bom Jesus, localizada no município de Formosa (GO), adquirida por Ana Amélia e pelo marido, senador Octávio Cardoso, em duas operações, em 1984 e 1986.

AIRTON SANDOVAL (MDB-SP)
Inimigo dos trabalhadores, votou em julho de 2017 a favor da reforma trabalhista. No mesmo mês, votou, no conselho de ética, contra a cassação do mandato de Aécio Neves. Em outubro de 2017 votou a favor da manutenção do mandato do senador Aécio Neves derrubando decisão da Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal no processo onde ele é acusado de corrupção e obstrução da justiça por solicitar dois milhões de reais ao empresário Joesley Batista.

FLEXA RIBEIRO (PSDB-PA)
Responde a processo no STF, acusado de receber irregularmente R$ 20 milhões do governo do Pará por intermédio de sua empreiteira, a Engeplan. Responde a outro processo por fraude em licitação no Amapá.

LÚCIA VÂNIA (PSB-GO)
Responde a processo por peculato no STF.

MARIA DO CARMO ALVES (DEM-SE)
Responde a ação de impugnação de mandato no TRE de Sergipe por gastos de campanha não declarados à Justiça Eleitoral.

RAIMUNDO LIRA (PDS-PB)
Presidente da comissão de impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT), doou à chapa onde era suplente para o Senado, em 2010, o valor de R$ 870 mil, utilizando recursos não incluídos em sua declaração de bens à Justiça Eleitoral, feita no ano anterior. De acordo com o TSE a doação foi feita em 12 depósitos em dinheiro vivo.

RONALDO CAIADO (DEM-GO)
Acusado pelo procurador de Justiça e ex-senador cassado Demóstenes Torres, de ter sido financiado pelo contraventor Carlos Cachoeira nas campanhas que disputou à Câmara Federal nos anos de 2002, 2006 e 2010. Segundo Demóstenes, as digitais da contravenção seriam facilmente identificadas com uma investigação nas contas de material gráfico, de transporte aéreo e de gastos com pessoal.

SENADOR LAISIER MARTINS (PDS-RS)
Acusado por sua ex-mulher a jornalista Janice Santos por lesão corporal e injúria. A jornalista o denunciou por agressão após ter cortado a mão e apanhado de cinta do marido. Segundo ela, as agressões ocorreram por dois anos e meio, até que decidiu denunciá-lo.

RICARDO FERRAÇO (PSDB-ES)
Em abril de 2017, constava da lista de autoridades contra as quais o ministro do STF, Edson Fachin, determinou a abertura de inquérito.

SIMONE TEBET (MDB-MS)
Uma das personalidades da comissão do impeachment no Senado, teve em fevereiro de 2016, por determinação do juiz federal Leonel Ferreira, o bloqueio de seus bens em função de irregularidades na reforma do Balneário de Três Lagoas, atração turística feita quando era prefeita. Segundo o Ministério Público Federal houve desvio de recursos públicos para financiar sua campanha eleitoral. A decisão atingiu ex-secretários municipais e a empresa que venceu a licitação e realizou a obra.

Ou seja, sentam no rabo e querem que Lula, inocente, o maior líder popular do Brasil, fique na cadeia. Canalhas!

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