Banqueiros tomarão suquinho (rindo) em uma Europa livre do coronavírus, caso esta “brincadeira” continue no Brasil

Enquanto a palhaçada da loucura instituída continua, os banqueiros e outros burgueses apenas aguardam para tomar seus suquinhos em alguma paradisíaca praia italiana, assim que o coronavírus for totalmente debelado nesta parte da Europa; afinal a corda sempre arrebenta do lado do mais fraco.

(Foto: Carolina Antunes - PR)
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O incentivo ao fim de uma quarentena necessária à vida, é um ato de heroísmo às avessas, não podemos torcer para que senadores se reúnam e deem cabo de qualquer pessoa humana, como assim fizeram algumas vezes com imperadores romanos, na antiguidade dos tempos.

Claro que seria um ato de extremismo; incabível em um mundo civilizado, porém necessitamos urgentemente que haja um freio real para se evitar a progressão da catástrofe; os tribunais responsáveis pela justiça devem cumprir a lei, no sentido de aprovar medida que impeça que mais pessoas se iludam a caminho dos campos de concentração que acumulam e repassam o “viajante” coronavírus que insiste em derramar em cada célula seu conteúdo genético sedento de reprodução.

Somos cento e vinte milhões de pessoas que trabalham para ver o Brasil crescer, pessoas que vivem oprimidas por um desvalor sanguinário que apenas suga sua mais valia, e com o advento do coronavírus; elas “de quebra” seguem perdendo suas vidas sem auxílio e sob o comando de um governo à la Calígula; à la Nero.

Quem está “Na casa dos grandes Irmãos”, em navios confinados no luxo, vivem da procriação do capital, que em nenhum momento entrou em quarentena, ele difere da Economia, neste farto sentido. Este capital que se movimenta, por isto gera lucro. Um lucro fácil.

E você que está aí? No meio da rua, como pude ver em um raro dia, em que saí de taxi, para buscar um remédio para um familiar, no centro de Petrópolis – sim, eu vi um “malabarista”, no sinal, e ele estava sem máscara, sem destino e faminto. Este cidadão é o retrato da coragem brasileira, mas não é um brincalhão, ou um inconsequente que acumula riquezas, e já se encontra imune ao vírus: colocando a vida do próximo em risco, ao se expor nas ruas da MECA brasileira: Brasília.

                   E o que há de comum entre: eu, entre um diretor de Escola de um Subúrbio do Rio de Janeiro, e entre o malabarista do sinal?  Uma preciosidade: o destemor. Eu, ainda estou viva, luto na quarentena por melhores dias, sobrevivo com a galhardia da fé; o diretor da escola do subúrbio do Rio de Janeiro, já foi enterrado semana passada, morreu no exercício de sua profissão valorosa e ministerial (vitima do vírus); e o malabarista? Não sei, o vi na semana retrasada, se ele ainda respira? Preocupo-me...

                 Eu me preocupo com a vida, com a morte, com a verdade, com a mentira – a mentira que gerencia o latifúndio colonial que gera uma decadente desigualdade; são vinte e mil infectados, e mais de mil mortos pela CODIV-19, e existe um presidente da República que incentiva seus concidadãos a romperem o isolamento aconselhado pela O.M.S. A quarentena é a vacina (indubitavelmente), no entanto a luta pelo dinheiro e pelo poder poderá transformar o país em um grande cemitério regido por alguns reis/loucos e seu asseclas/hienas.

                    Enquanto a palhaçada da loucura instituída continua, os banqueiros e outros burgueses apenas aguardam para tomar seus suquinhos em alguma paradisíaca praia italiana, assim que o coronavírus for totalmente debelado nesta parte da Europa; afinal a corda sempre arrebenta do lado do mais fraco.

#LEIABRAZILEVIREBRASIL

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