Bolsonaro, o candidato da barbárie

"O que ele promete é uma ditadura. E a quem interessa uma sociedade calada e com medo? Apenas aos que pesam seus lucros acima de tudo e de todos", avalia em artigo o deputado Paulo Pimenta, líder do PT na Câmara; "Sem luta não há conquista, e sem democracia não há justiça. Portanto, ele não promete segurança, muito menos paz. Sua eleição, já deixou claro, é para impor a derrota à sociedade, retirar direitos, fazer valer a opressão e, com isso, favorecer a exploração e o grande capital"

Bolsonaro, o candidato da barbárie
Bolsonaro, o candidato da barbárie

O processo eleitoral no Brasil não transcorre dentro da normalidade democrática! 
O que se viu no domingo (21) foram instituições republicanas perdendo sua autonomia. Vimos o Tribunal Superior Eleitoral sendo amordaçado e sem reação diante de um pleito eleitoral marcado pela violência e pelo escândalo do caixa 2 usado para distribuir notícias falsas via WhatsApp.

Não bastasse essa vexatória afronta à democracia, o candidato da extrema-direita, que ganhou fama por incitar o ódio, veio à público fazer uma espécie de decretação da barbárie. Suas palavras e ações nunca foram pela paz, por igualdade ou respeito às diferenças, e agora assumiu de vez que é um candidato a ditador, ao defender a perseguição e a morte de adversários políticos. Isso tem nome: é fascismo, é barbárie.

Ele promete, se eleito, fazer muitas vítimas. Falou para as milícias e falanges fascistas que surgem em todo o País, para atacar cidadãos e a democracia.

O candidato do PSL pregou o extermínio, como aconteceu com Marielle Franco e o Mestre Moa do Katendê. É uma grave situação, pois se trata de autorizar prisão política, tortura e assassinato.

Que ninguém se engane! Ele promete um circo de horrores, cadáveres para o povo e impunidade para os matadores.
Que ninguém se engane, dentre os mortos estarão seus parentes, amigos, colegas, qualquer um de nós. Esse é o alerta. Mas não importa se a vítima é próxima ou distante, um crime de ódio sempre nos causará revolta.

A ditadura é assim, ou você se cala e aceita a injustiça, finge que não vê a tortura e o terror, ou você se torna inimigo. Mas sempre existirá quem não aceite fazer parte disso, quem não se deixe dominar por ódio e resista aos ditadores. Por isso, a importância de se posicionar, de fortalecer quem luta por todos, por justiça, por liberdade.

Estamos na véspera da eleição e todos que têm a Democracia como um valor estão perplexos com esse discurso sanguinário de Jair Bolsonaro. No Jornal Nacional fala em Deus e cita a Bíblia, mas para sua plateia e eleitores esbraveja sua raiva e promete guerra, matança de brasileiros que não concordem com ele.

Que ninguém se engane com quem foge do debate público e de forma covarde promete usar a força para exterminar seus opositores. Essa é a decretação do fim da Democracia. Se a nossa Constituição fosse respeitada, ele deveria estar preso.

O que ele promete é uma ditadura. E a quem interessa uma sociedade calada e com medo? Apenas aos que pesam seus lucros acima de tudo e de todos. Sem luta não há conquista, e sem democracia não há justiça. Portanto, ele não promete segurança, muito menos paz. Sua eleição, já deixou claro, é para impor a derrota à sociedade, retirar direitos, fazer valer a opressão e, com isso, favorecer a exploração e o grande capital.

Em uma ditadura, muitos perdem a própria vida, mas a sociedade nada ganha. Não há paz com o banho de sangue!

Para evitar essa ameaça a nós, brasileiros que defendemos um país de paz, diversidade e diálogo, com trabalho e oportunidades para todos, a única saída é votar em Fernando Haddad no próximo domingo. Haddad é o candidato das forças democráticas, do diálogo e do respeito à diversidade e aos direitos da população. É o candidato que diz não à ditadura. #Haddad13 #EleNão #EleNunca

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