Brasil lulista e “Brazil” escravagista. E que venha uma reforma parlamentar!

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É uma tristeza ver funcionários públicos dependendo da “boa vontade” de uma votação, que nunca é colocada em pauta, para decidir (de vez), se realmente haverá a suspensão dos descontos de empréstimos por conta da Pandemia, na folha de pagamento do Estado, que foi ato oriundo de decisão do poder executivo, e a posteriori embargado pelo STF. Agora cabe ao parlamento uma decisão final, o que na realidade não está listado como pauta contingencial pelo então presidente da Câmara. Como é necessária uma Reforma neste âmbito de poder que vem atuando como canastrão (com raríssimas exceções); e o pior acalentado por uma disparidade salarial em relação aos demais “reles mortais”.

A fundação do PARTIDO DOS TRABALHADORES foi histórica e única em nosso país. Sem dúvida, este ato foi corajoso e revolucionário; homens e mulheres de fibra fizeram parte de esta empreitada: por exemplo, a guerreira Luiza Erundina, hoje candidata a Vice-Prefeita de São Paulo junto com Guilherme Boulos.

Acompanhei a entrevista que o Brasil 247 realizou ontem (dia 11 de agosto) com o presidente Lula, e mais uma vez de forma aguerrida, ele se pronunciou a favor do povo/nação, e tradicionalmente com seu cajado apontado contra as poderosas injustiças. A Fome e a miséria estão vivazes, e se perpetuando, mesmo com o tal auxílio-emergencial, que só ocorreu em função de pressão parlamentar.

Na realidade se o país não tivesse uma Esquerda ativa; nem os 200,00 reais (originais) idealizados pelo Ministério da Fazenda iriam surgir como tábua de salvação para os pobres amordaçados e subservientes  escravos de uma elite sovina. Relendo o prefácio do livro organizado pelo jornalista Mauro Lopes: Lula e a Espiritualidade – oração, meditação e militância, o seguinte parágrafo me trouxe emoção: “Aprendi que a gratidão é um dos sentimentos mais fortes e mais nobres, sou grato a cada pessoa que vem me visitar na prisão, que enfrenta o frio, o sol, e a chuva na inesquecível Vigília pela minha liberdade, e que mesmo a distância, ora por mim, envia energias positivas e me deseja o Bem”. As palavras de Lula me incentivaram a continuar acreditando no ser humano.

Se as coisas continuarem como estão no Brasil, veremos se repetir aqui o que aconteceu com a Alemanha pós-segunda Grande Guerra: um muro se erguerá separando a nação Lulista da nação Escravagista. Sim, “Lulista”, já que Luiz Inácio Lula da Silva (em 08 anos de mandato) acertou muito mais, do que o contrário. O ódio dos antipetistas continua impávido. E quando duas espécies lutam para sobreviver em um mesmo nicho e habitat: pode ocorrer separação, como barreira para uma futura extinção.

Entre os Atos desvairados da Extrema-direita e as Discordâncias entre as Esquerdas: até poderá surgir o PL (PARTIDO DO LULISMO); com reformas de base que possam erradicar a crônica desigualdade.

#LEIABRAZILEVIREBRASIL

#247RUMOAUMMILHÃO  

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