Caixa dois é conversa fiada. O que importa agora é o impeachment de Temer

O discurso do contra o "caixa dois" é tão velhaquice da velha mídia que é mais uma artimanha para não discutir os temas principais do país: 1- impeachment de Michel Temer; 2- reduzir os pornográficos juros e consequentemente os lucros dos banqueiros; e 3-barrar a patifaria da PEC 55

Não mais que de repente a velha mídia — olha só quem! — retoma o faniquito moral e punitivo contra o caixa dois. Mais uma falsa polêmica, pois o que importa mesmo agora é tirar da Presidência da República o ilegítimo e aético Michel Temer (PMDB) pela prática de crime de responsabilidade.

O caso Geddel Vieira Lima é muitíssimo mais grave na atual conjuntura, haja vista que Temer usou o cargo para fazer lobby em favor de um empreendimento privado do amigo ministro. Por isso, para usar uma expressão das redes sociais, o ilegítimo merece ser “tombado” (sic) pelo Iphan e pelo Congresso num processo de impeachment.

A histeria do caixa dois é mais uma entre tantas que a mídia tem todos os dias para tentar incriminar alguém. Como se cadeia resolvesse os problemas do Brasil e da humanidade. Aliás, prisão é só para alguns, não para todos. Nem juízes nem integrantes do Ministério Público poderiam estar acima da lei.

Então, qual a solução para descriminalizar a política e os negócios? Simples. Se Rede Globo sonega, por exemplo, cassa-se a concessão pública da emissora. A prisão dos Marinhos teria menos importância que o patrimônio. O político cometeu caixa dois para conquistar o cargo, ora, confisca-se o mandato e o elimine da vida pública. Não é preciso restringir sua liberdade.

E olha que se houver anistia de caixa 2 a maioria dos políticos beneficiados seria do PSDB, DEM e PMDB. Portanto, não há contaminação ideológica ou partidária nesta análise preliminar.

O discurso do contra o “caixa dois” é tão velhaquice da velha mídia que é mais uma artimanha para não discutir os temas principais do país: 1- impeachment de Michel Temer; 2- reduzir os pornográficos juros e consequentemente os lucros dos banqueiros; e 3-barrar a patifaria da PEC 55, que congela investimentos públicos na saúde, na educação e na assistência social.

Portanto, o falso moralismo da mídia, que busca demonizar os políticos, nada mais é que um estratagema para proteger interesses econômicos de uma pequena fatia da sociedade. Ou seja, os rentistas.

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