Centrão “jantou” o general Augusto Heleno

Ministro do Gabinete de Segurança Institucional, Augusto Heleno, em Brasília 04/03/2020
Ministro do Gabinete de Segurança Institucional, Augusto Heleno, em Brasília 04/03/2020 (Foto: REUTERS/Adriano Machado)
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Os bolsominions são otários e acreditam em fake news. Em maio de 2018, o general Augusto Heleno cantarolou na convenção do PSL que homologou a candidatura de Jair Bolsonaro: "Se gritar pega Centrão, não fica um meu irmão". Já nesta quarta-feira (19), o milico velhaco estava todo faceiro em uma comilança com os fisiológicos do Centrão.

Segundo a Folha, o almoço no Palácio do Planalto reuniu 22 deputados e sete ministros - incluindo o general canastrão. O evento serviu para "coroar a aliança com o Centrão na tentativa de montar uma base mínima de apoio no Congresso" para evitar qualquer chance de abertura de processo de impeachment.

"O convescote, à base de comida mineira, teve a presença de cerca de 40 pessoas, entre elas dois filhos do presidente, o senador Flávio e o deputado Eduardo, e o ministro Augusto Heleno (GSI), que na eleição chegou a associar o termo 'ladrão' ao centrão", descreveu com ironia o jornal.

Ainda segundo a Folha, "o presidente do PP, senador Ciro Nogueira, postou foto ao lado de Bolsonaro e de outros deputados da legenda, entre eles Arthur Lira. Os dois são alvo de denúncia por chefiar o chamado 'quadrilhão do PP' em um esquema de desvio de recursos públicos da Petrobras".

O jornal ainda descreve que “segundo participantes do encontro desta quarta, o almoço transcorreu em um clima de confraternização, sem discursos políticos. É a primeira vez que Bolsonaro reúne o Centrão após sua reclusão em decorrência do anúncio de que havia sido infectado pela Covid-19”.

“A aproximação faz parte de uma movimentação em que Bolsonaro baixou o tom de ataques a congressistas e ao Judiciário, reduzindo bastante o número de atritos criados com o mundo político. Essa inflexão coincidiu com a prisão de seu amigo de longa data Fabrício Queiroz, ex-assessor de seu filho Flávio e pivô do escândalo da ‘rachadinha’ na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro”.

O almoço reuniu parlamentares do PSD, DEM, MDB, PTB, PL, PP, PSL, PSDB, Podemos e Republicanos – além do general canastrão. “Ele serviu para selar politicamente a passagem da liderança do governo na Câmara das mãos do deputado Major Vitor Hugo (PSL-GO) para Ricardo Barros (PP-PR), ministro de Michel Temer, nome escolhido pelo Centrão”.

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