Ciro auxilia Bolsonaro ao atacar Lula, reforça discurso fascista e envergonha Brizola

"Este é o Ciro, o turista irresponsável de Paris, que faz sistematicamente ataques desrespeitosos e violentos a Lula, a mentir, inclusive, sobre sua inocência"

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(Foto: Divulgação)


Ciro Gomes favorece com suas sandices e psicopatias contra o Lula e o PT um desgoverno bolsonarista extremista, de caráter fanático, militarista e ultraliberal. Um desgoverno fascista e profundamente perverso, sectário e elitista, que tirou a comida do povo, a dignidade do povo, a paz do povo, e transformou o Brasil em um pária mundial. 

Este é o Ciro, o turista irresponsável de Paris, que faz sistematicamente ataques desrespeitosos e violentos a Lula, a mentir, inclusive, sobre sua inocência perante os bandidos da quadrilha da Lava Jato, a dar com isso munição aos fascistas que apoiam um presidente gerador de conflitos.  

Um mandatário vazio de conhecimento e empatia, que trata a sociedade civil, seus fóruns e instituições como inimigos a serem derrotados e severamente prejudicados. O presidente radical de direita que aposta recorrentemente em crises institucionais e sociais permanentes, como método político para permanecer no poder.

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A acompanhar o mandatário de apelido Bozo os "seus" generais, todos eles desprovidos de projeto de País, assim como bem providos em seus hábitos alimentares refinados, pois comedores contumazes de picanhas e camarões, e bebedores de vinhos e uísques caros e finos, à larga, porque, sobretudo, dedicados às mordomias e a vender seus apoios políticos por altíssimos salários, pois são também generais sem guerras, mas vergonhosamente alpinistas sociais.

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Contudo, Ciro Gomes é de direita e por isso age como linha auxiliar da direita e da extrema direita. Ele há muito tempo é o cavalo de Tróia da direita no campo da esquerda. Ciro merece, e severamente, todos os questionamentos e críticas, pois tem de haver, seguramente, combate à sua leviandade, irresponsabilidade e inconsequência, por causa de sua imensa responsabilidade, dentre outros políticos e agentes públicos, pela extrema direita estar no poder e tomar o Palácio do Planalto, um antro de sublevação, subversão e conspiração contra os interesses do País e do povo brasileiro.

O coronel do Ceará, cria do PDS, poderoso partido da ditadura militar, e do senador bilionário Tasso Jereissati, por causa de seu ego incomensurável e temperamento destemperado, que congela ódio, vingança e rancor no freezer, deveria viajar para Paris e comer brioches, ao invés de fortalecer o discurso mentiroso e violento da direita e, o pior e lamentável, da extrema direita, em um momento grave que está a enfrentar o Brasil, com os fascistas e ultraliberais no poder. Ciro, cara pálida, é o fim da picada!

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A verdade é que Ciro Gomes por suas pérfidas e sórdidas palavras e ações rocambolescas se perdeu no labirinto de seus desejos e iniquidades, e se notabiliza por exercer o papel de linha auxiliar de Jair Bolsonaro e sua trupe de extrema direita. Realidade esta que não acontece e nunca aconteceu com o Lula. 

O líder popular e de esquerda nunca foi linha auxiliar de ninguém, como dizem equivocadamente alguns analistas políticos e pessoas em geral, inclusive alguns deles eleitores de políticos e partidos de esquerda, que evidentemente não é o caso de Ciro, pois assevero, novamente, que o Ciro é de direita. Ele é o cavalo de Tróia da direita a atravessar o campo da esquerda para causar confusão e favorecer o fascista Jair Bolsonaro, já considerado o pior presidente da história do Brasil. 

E olha que este País teve, infelizmente e lamentavelmente, no poder central péssimos mandatários, como Eurico Gaspar Dutra, Jânio Quadros, os generais da ditadura militar de 21 anos, Fernando Collor, o usurpador e golpista Michel Temer, um dos maiores criminosos de lesa-pátria da história deste País, e, por fim, o protofascista e diabólico Jair Bolsonaro, a quem Ciro abriu o caminho para ele assumir o poder mais facilmente, quando foi a Paris, a dar uma de Maria Antonieta e largar a luta político-eleitoral, com Fernando Haddad do PT a lutar contra a ascensão de uma extrema direita ao poder, que hoje mostra claramente para o que veio.

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Veio para entregar o patrimônio público em todas suas áreas e segmentos, desmontar o Estado nacional, extinguir direitos civis, trabalhistas e previdenciários, arrebentar com o sistema de proteção ambiental, causar desemprego em massa para ter ainda mais mão de obra barata, dolarizar a economia por meio do petróleo, dos combustíveis e da energia elétrica, servir brutalmente aos interesses dos empresários bilionários da ponta da pirâmide econômica, entregar criminosamente o Pré-Sal, dar fim a praticamente todos os programas sociais, congelar por 20 anos o dinheiro da saúde e educação e, para deixar o País e a sociedade de joelhos e humilhados, efetivar o criminoso e desumano "teto de gastos", ou seja, reduziu de morte o dinheiro para o funcionamento de órgãos, estatais, corporações, fundações, universidades, institutos e instituições, além, é óbvio, de paralisar deliberadamente milhares de obras por todo o País, assim como favorecer a quem é rico com o pior e mais perverso imposto cobrado à população: a inflação, hoje em dois dígitos, a repetir e reviver a época trágica do pré-real.

E o que acontece? Nada! Estamos a ser achacados e roubados desumanamente pela satânica parceria entre o desgoverno fascista e ultraliberal com os empresários brasileiros, os mais irresponsáveis, oportunistas e escravocratas do mundo. Ninguém é preso e estamos a nos deparar e a sermos prejudicados como cidadãos da forma mais terrível e vil possível. Porém, tem gente que apoia esse caos que assombra e martiriza o povo brasileiro, a exemplo da classe média deletéria com suas micaretas amareladas nas ruas, ignorância histórica e profundo analfabetismo político. 

Voltemos ao Ciro Gomes. Pelo que se percebe, por causa de suas deletérias atitudes, o coronel cearense desejoso de ser presidente, e por retroalimentar seu ódio e rancor ao PT e ao Lula, permite que os bolsonaristas, a extrema direita, repercutam por meio das redes sociais e na sociedade em geral as palavras açodadas, injustas, infames e mentirosas de Ciro contra o Lula, especialmente no que tange à sua moral e honra, mesmo ele a saber que o Lula foi perseguido cruelmente por agentes do Estado (Lava Jato), que foram gravados e seus diálogos sórdidos publicizados, a comprovar-se o que grande parte da população desconfiava, que temos a Justiça, a PF e o MPF indelevelmente partidarizados, politizados e irremediavelmente golpistas, com agentes públicos pagos pelo contribuinte, que agem diretamente e criminosamente na luta de classes, a, inclusive, na maior cara de pau e irresponsabilidade, fazer política e escolher lado, além de cometer ataques contra os políticos e partidos os quais não gostam e combatem, geralmente os de esquerda, por meio de suas redes sociais e a usar o Estado como instrumento de enfrentamento ilegal (lawfare), pois o torna partidarizado para atender seus interesses políticos, ideológicos e até financeiros. 

Nunca se viu tanto coxinha/bolsominion no poder público, a cometer tantos crimes em prol de derrotar o partido e os políticos que venceram quatro eleições presidenciais consecutivas --- o Lula, a Dilma e o PT. Deveriam, todos eles, serem severamente punidos e, se for o caso, demitidos para o bem do serviço público e da população brasileira, que não precisa de criminosos nas entranhas do Estado a fazer política ilegalmente. E, o pior, pagá-los para eles incidir em picaretagens.

Por sua vez, nunca, em momento algum da história, o PT e seus candidatos mais importantes foram linhas auxiliares de quaisquer candidatos ou partidos, principalmente da direita. É necessário lembrar o leitor e a leitora. Comparar o Ciro com o Lula quanto a esta questão é, sem dúvida, desconhecimento histórico. Os berços e o tamanho político de ambos, bem como a origem são bem diferentes, assim como o PT sempre foi mais poderoso que o PDT em âmbito nacional. 

O PT sempre foi grande, tanto que em 1989 disputou a Presidência da República contra o bolsonarista e filhote da ditadura Fernando Collor. Leonel Brizola sabia de Luiz Inácio e do PT, tanto que posteriormente foi vice na chapa de Lula em eleição presidencial. Dizer que Lula foi linha auxiliar da direita, com o tamanho que o Lula e o PT sempre tiveram, se trata de grande equívoco. Além do mais, e isso é evidente, Brizola é mais próximo ideologicamente de Lula do que do cavalo de Tróia da direita Ciro Gomes.

Outro equívoco. O PT não era e não é qualquer partido político e muito menos Lula como liderança política nacional e hoje reconhecidamente internacional. Para exemplificar, Ciro Gomes não passa de 6% nas pesquisas, enquanto Lula sempre foi protagonista até quando perdeu as eleições presidenciais. Lula ganhou ainda quatro eleições, duas a apoiar Dilma Rousseff, do Partido dos Trabalhadores, vítima de um golpe de estado banheiro, promovido por uma direita terceiro-mundista, que atualmente se encontra desmoralizada em termos mundiais. A direita dona da casa grande de 300 anos de escravidão, que é tratada como pária pela comunidade internacional.

Comparar o poder de voto de Lula e sua influência no País com o Ciro é inviável e irreal, como registra solidamente a história de cada um deles. Alguns, equivocadamente, afirmam que Leonel Brizola dizia que Lula era usado pela direita. Nunca foi e o petista jamais permitiu, pois a verdade, tal qual a Brizola, Lula não se deixou ser cooptado pelo poder do capital burguês, tanto que ambos pagaram muito caro por suas decisões políticas e ideológicas, o que os edifica como seres humanos corajosos e políticos históricos de esquerda. Trata-se de fato real.

O que aconteceu, na realidade, é que Brizola ao voltar de um longo exílio de 15 anos, imposto cruelmente pela desditosa e sanguinária ditadura militar, deparou-se com o surgimento de um poderoso partido político de esquerda, o PT, uma sigla socialmente orgânica, que passou a ocupar de forma mais ampla o espaço do trabalhismo de Getúlio, Jango e o próprio Brizola, o que o deixou surpreso e depois inconformado por tanto lutar contra o sistema ditatorial e empresarial imposto antes e depois de 1964 e verificar que teria dificuldade em retomar o espaço político do antigo PTB que se tornou PDT, pois o PTB foi tirado das mãos de Brizola e de seus correligionários na reforma partidária de 1980, em um golpe montado pelo governo do general João Baptista Figueiredo com a ação draconiana do general Golbery do Couto e Silva, o que fez, inclusive, Brizola chorar de pesar pela perda da sigla histórica fundada pelo estadista trabalhista Getúlio Vargas. Até hoje o PTB está nas mãos da direita, que teve como presidente o famigerado Roberto Jefferson, dentre outros políticos do mesmo naipe.

O trabalhista Brizola também compreendeu, apesar de sempre competir democraticamente com o Partido dos Trabalhadores por espaço no campo da esquerda, que após voltar do exílio que o PT se tornou uma teia política e partidária com amplas ramificações na Igreja Católica (CNBB e CEBs), nas universidades federais e estaduais em meio a professores acadêmicos, nos sindicatos dos trabalhadores, nas entidades estudantis secundárias e universitárias, no meio rural (camponeses em suas inúmeros segmentos produtivos), em parte importante da classe média tradicional, enfim, na sociedade em geral e até mesmo em setores empresariais menores, mas diversificados, que não tinham acesso ao crédito e a preços justos junto a fornecedores. 

O histórico político gaúcho e verdadeiramente republicano tinha imensa compreensão sobre a conjuntura nacional e nela constava o PT, a ocupar espaços à esquerda. O resto é farsa, mentira e fofoca, como o faz Ciro Gomes dos 6% de intenção de votos, desrespeitosamente, em relação a Lula. Tanto é verdade que Brizola foi candidato a vice-presidente na chapa que formou com o Lula em 1998. E esse fato histórico é determinante quanto ao republicanismo de Brizola, sua alma democrática e a compreensão histórica dele para tentar derrotar a direita e, com efeito, realizar uma administração governamental mais voltada aos interesses do povo brasileiro, como o fez Getúlio Vargas e tentou João Goulart, que ao tentar fazer as Reformas de Base foi deposto por militares e empresários apoiados pelos EUA. Militares traidores que, vergonhosamente, juntaram-se a estrangeiros para derrubar um presidente brasileiro eleito legitimamente e legalmente pelo povo e que teve mais votos que o excêntrico Jânio Quadros, que foi cabeça de chapa quando das eleições de 1960.

A verdade, volto a dizer, é que o Brizola jamais fez com o Lula o que o Ciro faz: ser extremamente agressivo, desrespeitoso, calunioso e mentiroso, a se comportar como se fosse uma linha auxiliar do fascista Bolsonaro e empreender uma campanha insidiosa e difamatória, que beira à loucura e ao destrambelho. Ciro, definitivamente, se perdeu miseravelmente não somente no tempo de suas ambições, mas, sobretudo, por se queimar na fogueira do ódio, da inveja e do rancor ao ponto de perder a educação, a sobriedade e a sensatez. Ciro é desprovido de ponderação.

Ciro Gomes virou um pária político, pois no limbo da política partidária e ideológica, pois isolado pela grande maioria da esquerda e sem ter a confiança da direita, evidentemente. Brizola apoiou Lula em um momento muito menos grave como o atual no que é relativo ao fascismo e ao desmonte do País. E mesmo assim, com a urgência que é derrotar o perigoso Jair Bolsonaro e seus áulicos do fascismo, Ciro se torna cego e surdo, a conspirar irresposavelmente contra a democracia e a soberania do Brasil. É isso aí.

Este artigo não representa a opinião do Brasil 247 e é de responsabilidade do colunista.

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