Ciro Gomes, uma questão de lado

Ciro ao assumir suas prioridades sai da mediocridade patológica que enferma o Brasil, que potencializa o complexo de vira-latas brasileiro numa conceituação de submissão e subalternidade frente aos interesses não pátrios

Ciro Gomes, uma questão de lado
Ciro Gomes, uma questão de lado (Foto: Sérgio Moraes - Reuters)

Em sua jornada de deshipocritizar a política, em palestra na Confederação Nacional da Indústria (CNI), o então pré-candidato à Presidência da República pelo PDT, Ciro Gomes, foi vaiado por uma pequena parcela dos presentes.

Reação esta devido à posição de Ciro Gomes de rediscutir a reforma trabalhista, a qual Ciro Gomes classifica de “reforma monstrenga”, aprovada pelo governo golpista de Michel Temer.

Salutar é correta a afirmação de Ciro Gomes; afinal, um presidente da república precisa negociar com os diversos setores sociais, mas também deve ter lado, posição e opinião.

Ciro ao assumir suas prioridades sai da mediocridade patológica que enferma o Brasil, que potencializa o complexo de vira-latas brasileiro numa conceituação de submissão e subalternidade frente aos interesses não pátrios.

Monstrenga, antitrabalhador e escravagista a reforma trabalhista do governo de Michel Temer é o mais violento ataque à CLT e às garantias trabalhistas promovidas pela era Vargas. Rediscutir tal reforma é compreender e defender o lado mais sensível e franco da relação entre capital e trabalho.

Afinal, nada mais contemporâneo do que o conceito de “mais valia”, o entendimento da luta de classes, assim como, também, a distribuição das riquezas produzidas.

Dentro do Projeto Nacional de Desenvolvimento, que é um dos pilares do plano de Governo de Ciro Gomes, é inexorável o fortalecimento e a ascensão da classe trabalhadora, com a geração de postos de trabalho.

É urgente romper com o pensamento anacrônico de uma parcela de nossa classe dominante, improdutiva, preconceituosa e escravagista; edificar um empresariado compromissado com o desenvolvimento nacional, com a geração de riquezas e empregos assim como com a produtividade, é fundamental para o Brasil.

Não é possível coexistir com o rentismo predatório e desonesto, que age como sanguessuga, travando qualquer possibilidade de desenvolvimento.

Alvissareiro para a classe trabalhadora ter um candidato a presidente que não se curve aos interesses rentistas e não produtivos.

Promissor saber que o lado que defende Ciro Gomes é do trabalhador brasileiro.

Conhecer o que seu candidato a presidente defende e de que lado ele está é fundamental à população brasileira para a escolha em outubro próximo.

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