Com duras críticas a Bretas, STF tenta restabelecer o estado democrático de direito

Mais uma vez o Supremo Tribunal Federal rompe punitivismo justiceiro de setores do Judiciário. Decidiu mandar de volta ao Rio de Janeiro o ex-governador Sérgio Cabral, anulando a decisão imperial de Sérgio Moro

Mais uma vez o Supremo Tribunal Federal rompe punitivismo justiceiro de setores do Judiciário. Decidiu mandar de volta ao Rio de Janeiro o ex-governador Sérgio Cabral, anulando a decisão imperial de Sérgio Moro
Mais uma vez o Supremo Tribunal Federal rompe punitivismo justiceiro de setores do Judiciário. Decidiu mandar de volta ao Rio de Janeiro o ex-governador Sérgio Cabral, anulando a decisão imperial de Sérgio Moro (Foto: Ricardo Bruno)
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Mais uma vez o Supremo Tribunal Federal rompe punitivismo justiceiro de setores do Judiciário. Decidiu mandar de volta ao Rio de Janeiro o ex-governador Sérgio Cabral, anulando a decisão imperial de Sérgio Moro. Cabral fez coisas do arco-da-velha e está condenado a mais de 100 anos de cadeia. Alguém em sã consciência, com um mínimo de formação humanista, pode desejar mais do que isto a um condenado? A prisão, como determina a lei por uma período tão extenso, não satisfaz a estes magistrados ?É necessário mais: retirá-lo do Rio, submetê-lo a hedionda transferência com grilhões nas pernas e braços, isola-lo da família por razões frágeis e inconsistentes como restou comprovado pelo STF?

A decisão de hoje do STF mostra que alguns ministros da Corte, para o bem da democracia, partiram para a guerra aberta contra os verdugos do Judiciário brasileiro.

Ao falar sobre Moro, Gilmar afirmou: "A transferência para o Paraná não faz sentido processual. O endereço da instrução processual demanda a permanência do paciente no Rio de Janeiro, onde responde a ações penais em fase de instrução. Entendo que a transferência não se justifica.

Depois Gilmar foi para cima do juiz Bretas, a quem acusou de tentar ser uma espécie de Moro da região Sudeste. Mas foi além: mostrou as contradições éticas do magistrado durão que aceita docilmente receber indecoroso auxílio moradia em duplicidade com a esposa, também magistrada, a despeito de possuir um vistoso apartamento na cidade.

"É um fato exatamente grave que alguém que preconiza tanta correção e que está muito preocupado com essas questões da exposição de sua família [...] Aquele que é um feliz proprietário de imóveis, que talvez seja um imóvel dos mais ricos do Rio e que recebe auxilio moradia por sua parte e de sua esposa., afirmou.

Salve Gilmar!!!!

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