Companheirada x Capangada

Os seguidores, desta direita, que tem como venerado um adorador de torturas que se mostra totalmente indiferente as atrocidades cometidas por estes que, com orgulho, brada o nome e causa dor aos ouvidos mais sensatos, acabam se comportando como capangas e prontos a fazer justiça  com as próprias mãos

Companheirada x Capangada
Companheirada x Capangada (Foto: Valter Campanato - ABR)

O cenário político nunca esteve tão sombrio e com ares de conflito desde o início da era democrática, até os dias atuais.

O resultado do golpe é dramático para o Brasil, uma sensação de insegurança tomou conta da rotina do povo.

O desgaste econômico e de políticas públicas ascendeu a violência urbana que vem provocando o medo e cobrança por soluções.

O que parecia impossível em um país que conta uma riqueza cultural imensa, diversidade de raças e uma democracia que foi conseguida à base de sangue, sofrimento, vidas perdidas e perseguições, acontece.

O surgimento de uma extrema direita que prega o ódio às minorias, desvaloriza a força e representação da mulher na política e na economia ganha espaço, se apresentando como  salvação nacional.

Os seguidores, desta direita, que tem como venerado um adorador de torturas que se mostra totalmente indiferente as atrocidades cometidas por estes que, com orgulho, brada o nome e causa dor aos ouvidos mais sensatos, acabam se comportando como capangas e prontos a fazer justiça  com as próprias mãos.

A proposta da democracia, do debate saudável vem sendo reprimida por uma capangada que distante de qualquer crítica ou base sólida de argumentos, se limitam por vezes ao uso de violências verbais e ignorância às tragédias sociais.

Na defesa da jovem democracia e por uma sociedade justa e igualitária encontramos a companheirada que mesmo sofrendo golpes descarados não abandonou o ideal de liberdade.

A estratégia dos mentores do golpe de perpetuação do regime usurpador de direitos, anulando a possibilidade do povo escolher democraticamente seu representante não teve o resultado esperado.

O pupilo do CENTRÃO  do abismo não colou , muito menos decolou.

Sem ter qualquer preocupação com o futuro do povo e assumindo cada vez mais a imagem de traidores, os golpistas se mantiveram fiéis ao ideal entreguista. Mesmo com a possibilidade de ascensão do fascismo.

Se não fosse a força do povo , a insistência por justiça estaríamos hoje, literalmente entre a cruz e a espada.

O movimento por justiça e reparo da democracia começa a tomar forma e volume. Seu nome é  Haddad.

A companheirada vem com força,  feliz e na certeza de dias melhores.

O avanço de Haddad gera emoção e amor.  Sem brigas, ofensas ou multiplicação do ódio a caravana segue atraindo  olhares e simpatizantes que juntos querem estar do lado que lutou por democracia e justiça.

Enquanto isso a capangada, agora recua e estaciona,  parada no seu canto atira ofensas e calúnias assistindo a escalada de Haddad.

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