Desmoralização com conta-gotas

O juiz federal Sérgio Moro participa de apresentação de um conjunto de medidas contra a impunidade e pela efetividade da Justiça, na sede Associação dos Juízes Federais do Brasil (Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil)
O juiz federal Sérgio Moro participa de apresentação de um conjunto de medidas contra a impunidade e pela efetividade da Justiça, na sede Associação dos Juízes Federais do Brasil (Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil) (Foto: Foto: Agência Brasil)

Muita gente varou a madrugada desta sexta-feira (28) esperando o site The Intercept divulgar a parte 8 do escândalo apelidado de ‘Vaza Jato’.

Nas rede sociais, foram muitas as declarações de ansiedade com o que seria revelado.

Todos querem o golpe fatal que derrube Moro do Ministério da Justiça e Dallagnol da força-tarefa da Lava Jato.

Primeiro eles, depois os outros.

Há pressa em restabelecer garantias constitucionais e proteger a operação de combate à corrupção.

Poucos enxergam a estratégia de Glenn Grenwald com a liberação a conta-gotas dos diálogos captados no aplicativo de conversas.

Mas, é uma extraordinária tática que revela não só o quanto Moro e Dallagnol são indignos dos cargos que ocupam, mas como o judiciário está apodrecido, “com STF, com tudo”.

As últimas conversas relevadas são clara resposta ao Conselho Nacional do Ministério Público- CNMP, que arquivou apuração sobre suposta infração de Dallagnol em conluio com Sérgio Moro.

Estão aí pra quem quiser ver, que procuradores entre si, reconheceram e não denunciaram a atuação parcial, com caráter político e ilegal do ex-juiz.

Viram, enxergaram e nada fizeram para impedir o que consideravam ilegal e imoral.

O cargo de ministro é pagamento por cafajestice que resultou na eleição de um presidente idiota e mau e na prisão política do presidente com melhor aprovação da história do país.

Paciência, que não demora cai Moro, Dellagnol, Bolsonaro, ‘cai, não fica nada”.

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