Diretas já é a nossa luta!

O lançamento de comitês pelas 'Diretas já' nos estados é a largada de grandes manifestações decisivas para o futuro do Brasil. O povo na rua será o catalisador das mudanças que o país precisa. Temos que retirar da cadeira presidencial o golpista Michel Temer, além de derrotar a agenda ultraliberal no Congresso

diretas já
diretas já (Foto: Alice Portugal)

O lançamento de comitês pelas 'Diretas já' nos estados é a largada de grandes manifestações decisivas para o futuro do Brasil. O povo na rua será o catalisador das mudanças que o país precisa. Temos que retirar da cadeira presidencial o golpista Michel Temer, além de derrotar a agenda ultraliberal no Congresso.

Artistas, intelectuais, parlamentares e trabalhadores devem se unir em atos políticos, em todo o país, para rompermos com essa maioria artificial construída no Parlamento após o golpe contra a presidenta Dilma Rousseff em 2016. A Reforma da Previdência, que acaba com a aposentadoria, e a do Trabalho, que arrebenta direitos trabalhistas, não representam o projeto escolhido pelos brasileiros nas eleições de 2014.

O fator rua será decisivo também para forçar o Judiciário e o Legislativo a se posicionarem. Temer tem de ser cassado pelos seus crimes exibidos em rede nacional. É inaceitável que ele dê anuência à JBS para pagar mesada ao preso Eduardo Cunha em troca de seu silêncio. Para completar, o presidente ilegítimo faz obstrução de justiça ao mudar ministros para tentar, a todo custo, manter o foro privilegiado de Rodrigo Rocha Loures, o suplente de deputado e ex-assessor flagrado pela Polícia Federal (PF) correndo com uma mala de dinheiro.

À frente da Câmara dos Deputados, o presidente Rodrigo Maia (DEM-RJ) tem o dever de dar andamento ao processo de impeachment. Até a semana passada, existiam 13 pedidos de impeachment de setores representativos da sociedade, como a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). Não é só a oposição que clama por esse caminho.

Com a saída de Temer, a luta pelas 'Diretas já' se intensificará. Não nos interessa ter um presidente eleito indiretamente pelo Congresso e que mantenha a agenda do mercado financeiro. Por isso, é hora de amplificarmos mais a nossa voz para que a escolha do rumo seja colocada nas mãos do povo. Na próxima quarta-feira (7), lançaremos uma frente parlamentar suprapartidária em defesa dessa bandeira. Neste mês, teremos grandes mobilizações em cidades importantes, como São Paulo, Salvador e Porto Alegre (11/06). Lute conosco! O seu apoio é fundamental para preservar seus direitos e impedir novo golpe!

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