Dominação

(Foto: Reuters)
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As consideradas classes hegemônicas jamais odiaram a pobreza. Pelo contrário, elas sabem e compreendem que a pobreza é a essência de sua soberania para ser atendida pela mão de obra barata. 

Odeiam o pobre, porque ele eterniza a pobreza e a beneficia em forma de privilégios, além de ser desprovido de senso crítico. Desprezo! O pai da violência. 

Os ricos e as classes médias odeiam conviver com o pobre, que lhe serve como escravo que vota no seu inimigo, que, por sua vez, controla os órgãos de repressão.

Dominam há seculos a educação, a cultura e, principalmente, os meios de comunicação, sem falar em racismo, violência e degeneração moral, social e econômica das sociedades em toda sua plenitude e irracionalidade brutal. 

Existir para as classes dominantes é odiar o pobre, não valorizar o trabalho que a enriquece e se valer de sua pobreza.

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