Efeitos do grave conflito no Oriente Médio, a força da indústria bélica e o capital especulativo

Mídia Ocidental oculta que por trás da mais grave crise do momento entre Países do Oriente Médio reside o interesse da indústria bélica armamentista, um dos mais rentosos negócios do PIB norte-americano 

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Embora a mais grave crise do momento entre Países do Oriente Médio (Arábia Saudita e Irã – outros ) com proporções e perspectivas reais de guerra armada entre eles, em breve, esteja movida e "justificada" a partir de ódios seculares religiosos e políticos entre Sunitas e Xiitas, a Midia Ocidental oculta que, por trás deste grande perigo reside o interesse da indústria bélica armamentista, um dos mais rentosos negócios do PIB americano. Se tudo isso fosse pouco, no contexto global, a crise econômica no Mundo atolando Países de todos os Continentes se mantém fomentada pelo capital predador em detrimento do capital produtivo. O Brasil, os BRICs em si, são também novas vítimas.

Vamos combinar que, ainda há como pano-de-fundo deste imbróglio altamente complicado, a existência na retaguarda dos Estados Unidos, Rússia e China com interesses distintos e avalistas dos embates contemporâneos, portanto, divergentes no apoio às duas posições antagônicas entre Arábia Saudita e Irã.

A INDÚSTRIA ARMENTISTA SE RETROALIMENTANDO

Não há dúvidas nenhuma que, tanto da parte das renomadas empresas americanas quanto da Rússia, o segmento de fabricação e comercialização das novas armas produzidas para fomentar guerras está rindo à toa ou, como queiram, com a alta perspectiva de bilionários negócios porquanto ele vive dos conflitos de morte no Mundo.

Arábia Saudita, Iemen, Kuwait, etc passam a ser desde quando estourou a nova crise entre Arábia e Irã um potencial ambiente de fartura em renovação de sua estrutura de defesa bélica para atacar e se defender. A reciproca é verdadeira da parte do Irã.

O Oriente Médio sempre foi do século passado para cá um grande "mercado" e laboratório de exploração das "novidades" armamentistas sobretudo porque, esse segmento precisa "desovar" suas invenções aprimoradas, sem contar que, este ambiente geopolítico já tem no Petróleo o vetor da "guerra sem fim" se sobrepondo aos interesses nacionalistas de cada uma dessas Nações.

Sem tirar nem por, embora a Imprensa Ocidental ignore – este é um dos principais fatores para o estimulo ao sentimento e realidade de guerra no Oriente Médio "justificado" pelo ódio secular entre povos.

O MUNDO ESTREMECIDO PELO CAPITAL ESPECULATIVO

Em torno da grave tensão entre Países do Oriente Médio reside ainda uma forte crise deflagrada com os problemas internos vividos pela China – esta, desde há muito, verdadeiro fator de instabilidade ao sabor de seus dramas no controle de sua economia que, a cada "gripe" contamina todo o resto do Mundo.

A China chegou ao patamar máximo dos negócios e investimentos internos retroalimentadores gerando nos ultimos tempos a desvalorização da moeda, retraindo fortemente as negociações de importação, logo tudo se transformando numa incógnita sem dimensão exata do que está por vir.

Neste contexto todo,sem dúvidas, quem mais incentiva e agrava o quadro é capital especulativo, predador, sem pátria, bem distante do capital produtivo gerador de divisas renováveis.

Eis um quadro preocupante sem tempo para ser superado.

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