Estadão, desesperado pelas reformas, prepara o terreno para o autoritarismo

Classificando como "justa" a indignação contra a corrupção e as regalias "dos servidores estatais" (não cita diretamente o Judiciário), o jornal alega não ser isso o mais importante para o país e chega a classificar esse discurso, "que levou milhões de pessoas às ruas", como fachada para esconder o mais importante: as reformas

Classificando como "justa" a indignação contra a corrupção e as regalias "dos servidores estatais" (não cita diretamente o Judiciário), o jornal alega não ser isso o mais importante para o país e chega a classificar esse discurso, "que levou milhões de pessoas às ruas", como fachada para esconder o mais importante: as reformas
Classificando como "justa" a indignação contra a corrupção e as regalias "dos servidores estatais" (não cita diretamente o Judiciário), o jornal alega não ser isso o mais importante para o país e chega a classificar esse discurso, "que levou milhões de pessoas às ruas", como fachada para esconder o mais importante: as reformas (Foto: Luiz Henrique Dias)

O editorial do Estadão desta segunda-feira expõe a posição de parte significativa da imprensa brasileira em relação ao processo eleitoral.

Classificando como "justa" a indignação contra a corrupção e as regalias "dos servidores estatais" (não cita diretamente o Judiciário), o jornal alega não ser isso o mais importante para o país e chega a classificar esse discurso, "que levou milhões de pessoas às ruas", como fachada para esconder o mais importante: as reformas.

Diz que os grupos "beneficiados" com o tamanho do Estado propagam a narrativa contra reformista e é por isso que: 1- a maior parte das pessoas se diz contra a reforma da previdência; 11- a popularidade de Temer, "um reformista", é de apenas um dígito.

Acusam os candidatos que se dizem "novo" de não terem coragem de defender abertamente as reformas e os compara a Collor.

A sanha da grande imprensa, alinhada ao mercado, é conseguir um candidato capaz de defender as reformas do Estado (em direção ao Estado Mínimo). Alckmin, abertamente privatista, não consegue subir nas pesquisas e vem decepcionando a banca, que quer alguém capaz de vencer a eleição.

Chamam, inclusive, esse "alguém" de "um verdadeiro líder" e dizem que a opinião da maioria da população não reflete a necessidade do país, sendo esta um marionete.

Não falam de golpe, mas deixam o caminho asfaltado, caso necessário.

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