EUA não vão reagir ao ataque do Irã

Alex Solnik, do Jornalistas pela Democracia, afirma que, "se o Irã não efetuar um novo ataque, o que é o mais provável, pois o primeiro não teve apoio de seus principais aliados, como Rússia e China, estará encerrada a mais grave crise mundial desde 1962, quando Estados Unidos e União Soviética ameaçaram iniciar a Terceira Guerra Mundial"

Trump e velório do general Qassem Soleimani no Irã.
Trump e velório do general Qassem Soleimani no Irã. (Foto: Reuters)
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Por Alex Solnik, do Jornalistas pela Democracia

Em breve pronunciamento, agora há pouco, em Washington, Donald Trump abandonou a retórica agressiva e não fez qualquer ameaça ao Irã em resposta ao ataque por mísseis ocorrido ontem a duas bases norte-americanas no Iraque, nem prometeu aumentar as sanções econômicas já vigentes.

Cercado pelo alto comando militar e pelo vice-presidente da República, ele enviou uma mensagem pacifista às autoridades e ao povo iraniano, revelando estar disposto a cooperar com aquele país e até mesmo elogiou-o publicamente, o que jamais tinha feito, embora tenha reiterado que vai se opor a qualquer tentativa de os iranianos produzirem armas atômicas.

O mundo, que estava em suspense desde ontem à noite, temendo novas retaliações norte-americanas recebeu com alívio as suas declarações.

Se o Irã não efetuar um novo ataque, o que é o mais provável, pois o primeiro não teve apoio de seus principais aliados, como Rússia e China, estará encerrada a mais grave crise mundial desde 1962, quando Estados Unidos e União Soviética ameaçaram iniciar a Terceira Guerra Mundial.

Bom para o mundo, bom para o Brasil.    

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