FHC cristianiza Alckmin e embala Lula-Haddad-Manu para destruir Bolsonaro

Diante disso, FHC, porta-voz de Tio Sam, temeroso com possível volta de militares, com Bolsonaro,  fez seu lance: cristianizar o tucano paulista, sem chances de avançar, com seu programa neoliberal, em tudo por tudo, igual ao do vendilhão Temer, o ilegítimo

Fenômeno Lula em ação

Picolé de chuchu Geraldo Alckmin, do PSDB e Centrão, está travado.

Pesquisa Vox Populi-CUT e Paraná Pesquisa demonstram essa evidência: ele não reage e perde espaço para Lula-Haddad-Manuela e Bolsonaro.

Diante disso, FHC, porta-voz de Tio Sam, temeroso com possível volta de militares, com Bolsonaro,  fez seu lance: cristianizar o tucano paulista, sem chances de avançar, com seu programa neoliberal, em tudo por tudo, igual ao do vendilhão Temer, o ilegítimo.

Aliás, lá atrás, FHC tinha previsto que o Ponte para o Futuro, programa pró-mercado financeiro especulativo do PMDB, ao qual o PSDB aderiu, não passava de pinguela, sujeita a chuvas e trovoadas.

Antes que desabasse, esperto,  pulou fora.

Os números da conjuntura econômica, nessa semana, confirmam o desastre.

O IBGE informa, hoje, que, no primeiro trimestre, registrou-se desocupação de 27 milhões de pessoas.

O PIB, no primeiro trimestre, segundo o Banco Central, ficou na casa do zero, tendente a negativo.

Tentam culpar os caminhoneiros que fizeram a greve paralisante.

Mas, a verdade é outra.

Com congelamento neoliberal dos gastos públicos por vinte anos, como principal medida macroeconômica dos golpistas, a economia, como a candidatura do Picolé de chuchu, está, igualmente, travada.

Os investidores não veem a sua frente expectativas boas para o seu negócio.

Não conseguem despertar em si o espírito investidor animal, que somente se anima, segundo Keynes, se funciona a única variável econômica independente sob capitalismo, que é a oferta da quantidade de moeda dada pelo governo, nas economias monetárias, desde o crash de 1929.

Consequentemente, candidatura governista Alckmin, que não entende ser o governo capital, poder sobre coisas e pessoas, afunda.

Os tucanos perderam o poder em 2002, porque, pressionados pelo Consenso de Washington, renunciaram ao exercício dessa variável independente.

Renderam-se, neoliberalmente, ao FMI.

É o que faz, agora, também, o ilegítimo Temer.

Resistência petista popular

Lula deu certo, porque jogou na lata de lixo a rigidez neoliberal do Consenso de Washington.

Transformou dívida externa em dívida interna, mandando o FMI tomar banho na soda.

Criou espaço para administrar o país, sem a canga do endividamento em dólar, que produz, irremediavelmente, nas economias, cronicamente, dependentes de poupança externa, déficit de balanço de pagamento – soma de déficit comercial e déficit financeiro.

Escapou, dessa forma, do perigo de corrida cambial contra moeda nacional, nos momentos de tensão internacional.

Com dívida interna, expressão de dívida externa internalizada, o governo ganha fôlego relativo.

Passa a dever em moeda nacional, em real, ganhando margem de flexibilização cambial, diante dos tremores externos, quando surgem, como, agora, em que a Turquia provoca tremores internacionais.

Assim, o PT, endividando-se em real, tocou desenvolvimento com distribuição de renda, sem correr risco de colapso no balanço do pagamento, favorecido que, foi, também, pelas exportações durante boom global, até o crash de 2008.

Consequentemente, ganhou todas as eleições, de 2003 a 2014, sendo derrubado, apenas, por golpe parlamentar-jurídico-midiático em 2016, somatório das forças da elite antinacionalista com o capital financeiro internacional.

Incógnita militar

O desastre Temer se acelerou com o congelamento que inviabiliza, completamente, o financiamento do desenvolvimento com dívida interna, porque a arrecadação, com recessão e desemprego que ele produz, entra em colapso, especialmente, com bancarrota do consumo interno.

Sem renda disponível para o consumo, dada pelos gastos públicos, que ficaram congelados, a estratégia neoliberal entreguista entrou pelo cano.

Deteriorou, extraordinariamente, as expectativas, sem as quais o capitalismo produtivo entra em estagnação, lançando tremores aos capitalistas financeiros especulativos.

A população, com o congelamento neoliberal, entrou em buraqueira, incapaz de pagar suas dívidas e tornou-se suscetível às promessas populistas, como as feitas por Ciro Gomes, do PDT, de que vai dar um jeito no assunto, levantando esperanças nos excomungados devedores falidos.

Alckmin, candidato pró-mercado financeiro, ficou, com o estouro da pinguela neoliberal, sem discurso.

Não engana ninguém.

Vai para o matadouro sem piedade, já sendo empurrado por FHC, que acelera sua derrocada, antecipando apoio à suposta chapa Haddad-Manuela, se caso a chapa Lula-Haddad não vingar por falta de mobilização popular monstra.

FHC, realista, sabendo que Alckmin não dá no couro, numa disputa prá valer, sendo expressão do governo Temer, do qual é aliado, programaticamente, cria seu novo adversário: Bolsonaro.

O candidato fascista, aparentemente, ultra-neoliberal, assusta o tucano FHC, que vê, por trás dele, movimentos militares, cujas manobras são incontroláveis, se chegar ao poder, devido ao desconhecimento das correntes políticas que se movimentam nos quarteis.

Grande marcha que a Globo escondeu

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