Fidel Castro, presente

Fidel Castro abriu mão de muitas coisas, certamente, mas não abriu mão dos seus sonhos, que hoje se tornaram sonhos de muitos outros sonhadores

Cuba's former president Fidel Castro attends the closing ceremony of the seventh Cuban Communist Party (PCC) congress in Havana, Cuba, in this handout received April 19, 2016. Omara Garcia/Courtesy of AIN/Handout via REUTERS
Cuba's former president Fidel Castro attends the closing ceremony of the seventh Cuban Communist Party (PCC) congress in Havana, Cuba, in this handout received April 19, 2016. Omara Garcia/Courtesy of AIN/Handout via REUTERS (Foto: Antonio Mentor)

Existem pessoas que são seres superiores, que percebem que sua
existência só pode ser completa se abrirem mão de seus sonhos pessoais
em favor de sonhos coletivos.

Abrem mão, de uma tarde com a família para estarem ao lado de
sonhadores, que sabem a importância da luta por uma sociedade mais
justa e mais igual, e por isso se tornam líderes.

Abrem mão, em determinados momentos, por um carinho de mãe, de filhos,
de netos, para ter o carinho de mãos e histórias que conhece bem, mas
até aquele momento eram desconhecidas para seu rosto, sua pele, e por
isso são corajosos porque oferecem a sua face ao desejo do toque de
outras mãos.

Abrem mão da prosperidade pessoal, do poder de acumular apenas para si
e para seus próximos, e assim, lutar para que aqueles que não têm o
prazer de ver seus músculos, seus órgãos, trabalharem para triturar um
alimento e fazer pulsar vida, sorrisos e esperança, possam ter o
direito do que conhecemos como vida.

Abrem mão das viagens pessoais que sonhou, dos caminhos que nunca
conheceu ou conhecerá, para que fique cada vez mais claro o caminho da
felicidade, que é uma estrada onde muitos podem e devem andar sem
nenhum receio de serem atropelados pela miséria, e, por isso, são
justos.

Abrem mão de mais amizades que poderiam ter, porque ao expressar sua
opinião por justiça, muitos não entenderão e o criticarão, pois foram
subjugados pelo inconsciente coletivo do capitalismo, que ensina desde
o primeiro dia de vida de alguém que a competição, a acumulação, o
prazer pessoal é o que vale. Se encontrar alguém na calçada que
precisar de ajuda, ensina esse capitalismo, que pise na sua garganta
(é um a menos!) e esses homens especiais estendem a mão, são mais
solidários.

Fidel Castro abriu mão de muitas coisas, certamente, mas não abriu mão
dos seus sonhos, que hoje se tornaram sonhos de muitos outros
sonhadores, que acreditam que o amor, a esperança, a solidariedade, a
justiça verdadeira devem prevalecer contra o egoísmo e o ódio
apregoado por senhores que pretendem se tornar donos das histórias das
pessoas.

FIDEL CASTRO SEMPRE PRESENTE NA LUTA POR UM MUNDO MAIS IGUAL, MAIS
JUSTO E MAIS FRATERNO!

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