Gilmar atropela esquerda e ataca militares bolsonaristas

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Postura de estadista

Voz autorizada do poder judiciário, Gilmar atropela esquerda que está reticente em ser proativa contra os militares que se engajaram no poder nazifascita bolsonarista, que adota postura antihumanitária no combate à pandemia, condenando à morte milhares de brasileiros, por completa irresponsabilidade política.

Quem diria: o ministro do STF, Gilmar Mendes toma discurso da oposição e se posiciona, surpreendentemente, como suposto candidato à presidência em 2022. Falou o que a esquerda está com receito de falar, ou seja, que os militares estão completamente aliados do fascismo bolsonarista contra a população brasileira. 

Bolsonarismo neonazifascista engajado na prática anti-humanitária! Aonde chegaram os militares!!! Ao lado de política de antisaúde genocida, apoiando, abertamente, presidente da República, que vai contrariamente às leis econômico-sanitárias. Contribui, dessa forma, com promoção das mortes de brasileiros e brasileiras, em escala incontrolável, pelo novo coronavírus, adotando postura proativa a favor da morte. 


Mendes rasgou a fantasia militar de se posicionar constitucionalmente a favor de falsa democracia, quando age, contrariamente, ao padrão civilizatório ao apoiar Bolsonaro, visto, internacionalmente, como violador das leis sanitárias. O que deveria estar fazendo os militares? Criticando tal comportamento do presidente da república, incapaz de representar personagem da República do qual se esperaria o exemplo maior de civilidade. Tremenda reprimenda de alto representante do Judiciário brasileiro às Forças Armadas. A esquerda não fez essa crítica, até agora, à classe militar, adotando comportamento tímido, para não ferir suscetibilidades políticas. 

Fizesse isso e estaria ao lado do interesse público contra oportunismos políticos bolsonaristas, avalizados por militares, alinhados àquele que se transformou em alvo de crítica não apenas nacional como internacional. Não foi o que acabou de acontecer relativamente ao posicionamento adotado pelo Facebook diante do bolsonarismo agressor da civilidade como instrumento de mentira político-institucional? 

A postura da esquerda de receio em fazer a crítica aberta ao papel dos militares abriu espaço para Gilmar pontuar como um gigante no cenário político nacional. Ocupou o vazio crítico deixado pela esquerda no momento histórico em que se espera dela sua maior jogada político-institucional, ancorada no grosseiro erro, historicamente, condenável do presidente da República, transformado em persona non grata, candidato ao banco dos réus em tribunal internacional.

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