Gleisi, a guerreira

Mais uma dose de selvageria sexista foi lançada as mulheres de todo o nosso Brasil, a cultura machista ainda faz parte de uma banda que pode ser denominada “podre “ no jornalismo brasileiro

Gleisi, a guerreira
Gleisi, a guerreira (Foto: Rafael Ribeiro)

Mais uma dose de selvageria sexista foi lançada as mulheres de todo o nosso Brasil, a cultura machista ainda faz parte de uma banda que pode ser denominada “podre “ no jornalismo brasileiro.

Não faz muito tempo que Manuela D’Ávila foi nitidamente alvejada por interrupções e uma tentativa torpe de desqualificar sua fala e presença feminina numa verdadeira arena.

O alvo dessa vez foi a Senadora e presidenta do Partido dos Trabalhadores, a guerreira Gleisi Hoffmann, que foi insultada, desrespeitada por um jornalista que a chamou de louca.

O discurso sem base e recheado de ódio só reflete a falta de argumentos  e a insegurança  daquele que busca chamar os holofotes através da total falta de desenvolvimento crítico.

Idéias machistas, sexistas ou de qualquer cunho preconceituoso nos leva a imaginar o quanto uma vertente do  jornalismo não assume sua ferrugem e  insiste em “empodrecer “ o espaço dedicado ao leitor.

Mulheres,  hoje, são conscientes de toda a sua força e capacidade, lutam contra ideias pejorativas e, para vocês  machistas, não existe espaço,  o repúdio é  o seu salário.

Independe  de tendência partidária,  o que não se pode nem deve admitir é o preconceito, fazer comparações  que levam ao entendimento da tentativa de desqualificar pelo sexo é covardia e carência de caráter!

Mulheres merecem respeito e reconhecimento na sua luta por direitos, suas conquistas, toda a sua resistência.

A selvageria  do machismo não tem força contra as guerreiras que hoje ocupam lugares de destaque no mercado de trabalho, muitas vezes, assumem o papel principal na família.

Qualquer tipo de desprezo é  sinônimo de, no mínimo, inveja.

A  você,  que se acha superior, já de deve ter percebido que o espaço  para idéias selvagens está cada vez mais curto, o caminho mais viável seria a tentativa de desenvolver  um raciocínio crítico que leve a perceber o quanto o ferrugem vem deteriorando suas idéias engessadas.

Depois disso, flexibilizar sua forma de pensar, saindo do passado remoto entendendo que o ódio e palavras de baixo calão só empobrecem qualquer  discurso.

Agora a vocês  mulheres eu deixo, aqui, o reconhecimento de toda uma maioria absoluta que repudia pensamentos e idéias arcaicas e covardes.

Continuamos na luta por um país igualitário e justo.

Nós contamos com vocês!

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