Globo quer manter Lula preso e por isto falseia e distorce, manipula e mente — José Dirceu

Para tirar o PT do poder, perseguir e prender suas principais lideranças, inventou-se no Brasil tal jabuticaba de prisão em segunda instância, de modo que o consórcio de golpistas do campo da direita, sendo que um de seus membros mais ativos é o Grupo Globo dos irmãos Marinho,

Lula ganhou
Lula ganhou (Foto: Stuckert)

O Valor Econômico (Globo), um jornal presunçoso e que apoia e defende ações governamentais conservadoras, que impões ao Brasil políticas econômicas neoliberais, as mesmas que arrasaram recentemente com as economias dos países desenvolvidos e que transformaram os países emergentes em pobres e os países pobres em miseráveis, agora quer influenciar nas decisões do STF, que hoje analisa a constitucionalidade ou não de cumprimento de penas após a condenação em segunda instância, questão esta que não consta na Constituição, portanto inconstitucional.

Porém, para tirar o PT do poder, perseguir e prender suas principais lideranças, inventou-se no Brasil tal jabuticaba de prisão em segunda instância, de modo que o consórcio de golpistas do campo da direita, sendo que um de seus membros mais ativos é o Grupo Globo dos irmãos Marinho, que apoia caninamente, inclusive, os incontáveis crimes da Lava Jato contra a democracia e o Estado de Direito, bem como jamais se importou em fazer jornalismo real e investigativo, a ter como prova indubitável sobre esta questão é que o Grupo Globo se recusou a publicizar os escândalos da Lava Jato divulgados pelo The Intercept.

Informações tão fidedignas, que levaram os diretores do Intercept a realizar parcerias com inúmeros jornais e sites de renomes nacionais e internacionais. Por sua vez, as empresas dos irmãos Marinho recusaram as graves informações e, ao se negarem a fazer jornalismo, optaram por combater as verdades constantes divulgadas pelo Intercept. Os irmãos Marinho e seus empregados não fazem jornalismo e sim política, porque tem lado, tomam partido, possuem cor ideológica, são parciais e colocam acima de tudo, doa a quem doer, seus interesses econômicos e financeiros, mesmo sendo as rádios e as televisões do grupo de histórico golpista concessões públicas.

Agora o Valor Econômico retoma a cantilena golpista do Grupo Globo e a se utilizar de má-fé intelectual para que seus leitores, ouvintes e telespectadores mais incautos e geralmente de perfis conservadores engulam as mentiras e manipulações perpetradas pela maior empresa midiática do Brasil e, com efeito, compre gato por lebre, já que os irmãos Marinho são alinhados aos interesses políticos da Lava Jato e, consequentemente, são favoráveis que as pessoas, ou seja, especialmente o Lula, considerado inimigo do Grupo Globo, continue preso depois de decisão pela punição em segunda instância, o que não reza com a Constituição, que determina que uma pessoas só poderá ser encarcerada após serem esgotados todos os recursos jurídicos, ou seja, os juízes do Supremo estão a decidir se vão cumprir com os preceitos da Constituição.

Só no Brasil da Bananolândia... Por isto que ninguém leva este país de casa grande provinciana, terceiro mundista e escravagista a sério, apesar de seu poder político e riqueza patrimonial e financeira. Ninguém pode levar a sério a Bananolândia cuja classe média é tão ignorante e preconceituosa que foi às ruas vestida ridiculamente de periquito, além de ser contra seus direitos civis, trabalhistas e previdenciários, bem como cúmplice da entrega criminosa do Brasil aos estrangeiros e à iniciativa privada. É de amargar...

A verdade é que o Grupo Globo dos Marinho estão há dias e dias a fio a fazer uma campanha insidiosa, cujo propósito é confundir a população a dar informações mentirosas e plenas de má-fé, quando todos sabem que a questão é não permitira que o ex-presidente Lula não saia do cárcere, porque o que se percebe é que no Brasil existem duas jurisprudências, uma para os brasileiros e outra para o Lula, conforme se tem feito no decorrer do processo injusto e inconsequente  que levou Lula à prisão.

Para tentar interferir nas decisões dos juízes, os jornalistas de confiança do Grupo Globo a mando de seus patrões têm utilizado métodos de convencimento para que haja pressão “popular” e de outros setores da sociedade, públicos e privados contra o restabelecimento do que prega a Constituição em relação ao trânsito em julgado e à segunda instância, a afirmar mentira repetida de que cerca de cinco mil pessoas sairão da prisão, o que não é verdade, mas manipulação de informação.

O Valor Econômico, por exemplo, está a se valer dos nomes dos ex-deputados Eduardo Cunha e de José Dirceu, como exemplos de quem poderia sair do cárcere, sendo que são dois casos judiciais diferentes, assim como os crimes de Dirceu jamais foram comprovados, tanto que sua prisão se deu por causa da malfadada teoria do domínio do fato, ou seja, uma autoridade, por exemplo, é considerada culpada pelos crimes praticados por subordinados ou por pessoas que ocupam cargos em diversos setores e segmentos de um governo. A resumir: você responde pelos crimes de outros.

Por seu turno, o caso de Eduardo Cunha é de um golpista que sabotou o Governo Dilma Rousseff e que serviu de ponta de lança para que a direita brasileira reconquistasse o poder, já que pelas urnas ela foi derrotada quatro vezes consecutivas pelo PT. Quando Cunha terminou seu trabalho sujo, ele não servia mais ao status quo, e o lugar guardado para ele é a cadeia, até porque manter o ex-presidente da Câmara e chefe do Centrão preso é de grande serventia para seus cúmplices de crimes que estão em liberdade, bem como são conhecidos pelos arautos da moral, da família, da propriedade e dos bons costumes da Lava Jato, que, por exemplo, jamais prenderam um único tucano ladrão.

Dirceu foi preso por ser um político ideológico e contrariou muitos interesses, inclusive dos irmãos Marinho, além de ser na época o segundo na hierarquia do Governo Lula, com grande chance de ser indicado candidato a presidente da República, quando o derrubaram politicamente por intermédio de uma das campanhas mais sórdidas e infames contra uma pessoa por parte das corporações de comunicação dos coronéis midiáticos, a exemplo dos irmãos Marinho. A Lava Jato, pródiga em cometer crimes, prendeu Dirceu sem provas, como a Lula pelo surreal “ato de ofício indeterminado”, ou seja, também sem provas. E por que não há provas contra as duas lideranças petistas? Respondo: Porque não cometeram crimes. Ponto.

O advogado criminalista Antônio Carlos de Almeida Castro — Kakay — fez duras críticas às matérias veiculadas na imprensa corporativa e de mercado: "Lamentavel as notícias falsas veiculadas hoje em vários jornais sobre o alcance da decisão do Supremo nas ADCs. Por exemplo, o destaque dado à liberdade do Eduardo Cunha, dentre outros, é rigorosamente falso. É bom frisar, inclusive, que seria crime se fosse com fins eleitorais" — afirma, para logo complementar: "Por enquanto, não é crime fake news com o fim de influenciar decisão judicial. Mas já é crime de abuso de autoridade. Mas o mau jornalismo está aproveitando a vacatio legis pra cometer crimes impunes. O assunto é muito grave e merece ser tratado com seriedade. Art. 29. Prestar informação falsa sobre procedimento judicial, policial, fiscal ou administrativo com o fim de prejudicar interesse de investigado: Pena - detenção, de 6 (seis) meses a 2 (dois) anos, e multa" — conclui.

E o Valor Econômico continua em sua pressão insana, sem se preocupar sobre o destino de presos que podem ter sido injustiçados por delegados, juízes e procuradores, a exemplo de Lula e José Dirceu, que estão na prisão sem jamais o sistema judiciário e prisional terem provados que em algum tempo os dois políticos tenham incorrido em crimes. O jornal dos Marinho ainda vem com essa conversa mole e perversa de que o Supremo poderá “adotar solução intermediária, a determinar o início da prisão do condenado após o trânsito em julgado na terceira instância.

Seria cômico se não fosse trágico, e o soneto sairia pior do que a emenda. Esses Marinho... Um dia terão de responder pelos crimes imputados a eles, assuntos inclusive que já foram publicados em imprensa de negócios privados, que não seja a deles, evidentemente. A verdade é que todos os juízes deveriam ser garantistas, ou seja, cumprir os preceitos da Constituição e defendê-los contra quem quiser fraudar a Constituição, seja quem for e o poder que tiver. Ponto.

Como pode juízes como Luiz Fux, Cármen Lúcia, Luiz Fachin e Luís Roberto Barroso, Alexandre de Moraes não serem garantistas e sim magistrados totalmente vinculados aos interesses inconfessáveis da Lava Jato, sendo que o The Intercept e muita gente antes das publicações do site denunciavam e afirmavam que a Operação Lava Jato era uma ponta de lança política, do campo da direita e que veio para, muito mais do que enfrentar a corrupção, combater sem trégua as esquerdas, o Partido dos Trabalhadores e os movimentos sociais, além de propiciar a criminosa queda de Dilma Rousseff, a injusta prisão de Lula e a ascensão da direita e depois da extrema direita à Presidência da República. A Lava Jato quebrou a economia brasileira deliberadamente e favoreceu as empresas estrangeiras. A Lava Jato tem de ser no futuro duramente investigada e os autores de crimes investigados, julgados, presos e demitidos para o bem do serviço público.

A Suprema Corte tem de deixar de ser o Supremo Com Tudo (SCT), que vem a ser a vergonha, o vexame e a desgraça do Brasil, porque o garantidor do golpe de estado de 2016 e da prisão injusta e injustificável de Lula. O mundo sabe que houve um golpe de direita no Brasil. Lula é preso político sequestrado pelo Estado para não vencer as eleições presidenciais de 2018, para que ele, eleito presidente, não desse fim ao projeto neoliberal e brutalmente concentrador de riqueza e renda dos novos donos do poder, que o querem preso. Lula é refém dos EUA. O Supremo deveria urgentemente livrar Lula do cárcere e reencaminhar o Brasil para o caminho da civilização. 

O Grupo Globo dos irmãos Marinho quer manter o Lula preso e  por isto falseia e distorce, manipula e mente. Liberdade a Lula e a José Dirceu! É isso aí.

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