Gol contra do STF

O "gol contra" do Supremo, segundo Alex Solnik, é "contra a saúde pública", que "deve ser garantida pelo estado", lembra ele

(Foto: Dorivan Marinho/SCO/STF | REUTERS/Ricardo Moraes)
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Me dei mal ao garantir, ontem, que o STF barraria a realização da Cova América aqui e agora. Seria muito absurdo deixar acontecer um evento que não traz benefício algum, só malefícios, como a probabilidade de proliferação do vírus, que está ganhando de goleadóbitos diários, pensei que não permitiriam uma festa em meio a velórios, nem exporiam o país ao risco de convidar estrangeiros, tanto membros das delegações quanto turistas que, se adoecerem, correrão o risco de não encontrar vagas nos hospitais.

Mas não, concordavam com Cármen Lúcia e davam “nihil obstat” a aglomerações nos bares, que serão inevitáveis, apesar dos protocolos, os quais sempre se dará um jeitinho de transgredir, a partir de domingo, dia da estreia, período em que especialistas preveem aumento de casos e o ministério da Saúde anuncia menos vacinas.

Gol contra do STF.

Contra a saúde pública, que, segundo a constituição deve ser garantida pelo estado. E a favor da anarquia sanitária de Bolsonaro.

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