Golpe e crise: rua, chão e relento

Quem tem memória e não é preconceituoso, sabe que até o final de 2014 o número de moradores de rua era infinitamente menor do que atualmente. Por quer será? A resposta é uma só: o golpe, que trouxe com ele uma crise onde o pobre é o que mais sofre

Quem tem memória e não é preconceituoso, sabe que até o final de 2014 o número de moradores de rua era infinitamente menor do que atualmente. Por quer será? A resposta é uma só: o golpe, que trouxe com ele uma crise onde o pobre é o que mais sofre
Quem tem memória e não é preconceituoso, sabe que até o final de 2014 o número de moradores de rua era infinitamente menor do que atualmente. Por quer será? A resposta é uma só: o golpe, que trouxe com ele uma crise onde o pobre é o que mais sofre (Foto: Washington Luiz de Araújo)

Já é uma triste realidade o número de moradores de rua. Só não vê quem não quer, quem vira o rosto para o outro lado. Mas tem tantos que o insensível corre o risco de desviar o olhar e ver outro morador de rua no chão.

Quem tem memória e não é preconceituoso, sabe que até o final de 2014 o número de moradores de rua era infinitamente menor do que atualmente. Por quer será? A resposta é uma só: o golpe, que trouxe com ele uma crise onde o pobre é o que mais sofre.

Como já é um triste tradição: quando a direita toma conta indiscriminadamente de um governo, o povo fica muito mais desamparado.

Minha Casa Minha Vida? Coisa do passado. Um exitoso passado recente, muito distante na realidade de muitos. Foram 13 anos de projeto social, visando melhorar a vida dos pobres. Agora, só resta o chão e o relento.

A foto foi feita por mim quase na esquina da rua Martins Ribeiro com Conde de Baependi, bairro do Flamengo, Rio. Cada um que faça a leitura que melhor lhe aprouver.

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