Governo militarista e ultraliberal rouba alimentos do povo e enche a barriga dos exportadores bilionários do País

Bolsonaro e seus generais entreguistas, privatistas e que bancam, dissimuladamente, serem “patriotas” para enganar os bobos da Corte que são chamados de bolsominions, muitos deles ex-coxinhas, não possuem nenhum compromisso com a Nação brasileira

O poder militar no governo Bolsonaro.
O poder militar no governo Bolsonaro. (Foto: Fernando Frazão/Agencia Brasil)
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O pacote de cinco quilos de arroz alcançou o valor impressionante de R$ 40,00 ou mais. O cereal se tornou tão valioso, que os mercados parcelam, no crédito, em até oito vezes no cartão de crédito. Só falta agora a apresentadora Ana Maria Braga usar o arroz como colar de diamantes, assim como seu Papagaio falador de voz altissonante gritar: “Ah, Ana Maria, os tomates eram coisas de pobres!” 

Realmente, para quem tinha dúvidas, o desgoverno incompetente, antipopular, inimigo dos trabalhadores e francamente militarista do presidente fascista, Jair Bolsonaro, não tem limites para efetivar políticas públicas que tratam a população brasileira como mão de obra barata e merecedora da semi-escravidão.

É o que pensa e põe em prática esse desgoverno covarde e perverso, que está a cumprir as promessas desse arremedo de presidente aos supremacistas norte-americanos, logo após Bolsonaro ter vencido as eleições de 2018, quando prometeu, grosso modo, que desmontaria o Estado nacional e retiraria os direitos da população, a incluir, como se vê agora, os estoques reguladores de alimentos implementados no Brasil para salvaguardar o acesso à alimentação por parte dos cidadãos brasileiros. Trata-se do vale tudo do capitalismo selvagem de terceiro mundo, que viceja neste País desde a era do extrativismo.

A regulação e a regulamentação têm por finalidade essencial e final garantir a segurança alimentar da Nação, além de fornecer produtos alimentícios ao mercado interno, de forma que também os preços não sofram altas brutais, como acontece agora de forma exponencial, porque esse desgoverno pró-ricos liberou os tubarões do setor de agronegócios para levar a cabo uma grande farra hiperlucrativa e ganhar dinheiro ao máximo em cima da fome e da miséria dos trabalhadores, aposentados, donas de casa, estudantes, milhões de desempregados e incontáveis setores da economia deste País eternamente injusto e desigual.

Segmentos econômicos importantes e naturalmente empregadores, a exemplo de bares e restaurantes de pequenos e médios portes, que alimentam, diariamente no Brasil, uma massa gigantesca de pessoas. Portanto, está mais do que confirmado que se trata de um governo ultraliberal, ideologicamente extremado à direita, que efetiva cada vez mais radicalmente a ocupação de seu próprio povo, pois tratado como inimigo dos interesses da alta burguesia, sendo que é ele que a enriquece com sua força de trabalho, como comprovou a crise do novo coronavírus.

O Governo fascista de alma infame e atos calhordas, que subjuga a população ao ponto de levá-la de volta, em pleno século XXI do terceiro milênio, à época pré-industrial, inclusive a realizar a brutal precarização do trabalho somada à absurda e inconsequente extinção do Ministério do Trabalho, ao enfraquecimento dos sindicatos e à aberração que é o fim das Leis Trabalhistas, pois criminosamente violadas após um bando de cafajestes darem um golpe de estado, em 2016.

O desgoverno dos generais ao tempo que ultraliberal é imoral, inconsequente e traidor do povo brasileiro, a ter militares, juízes, delegados e procuradores na linha de frente para implantar a “nova ordem”, que não passa de bandidagem para não cumprir a lei regulatória que garante a segurança alimentar, a ter como grave exemplo o vale tudo do agronegócio do arroz, que fez com que a oferta do cereal despencasse no mercado interno brasileiro e superasse, inacreditavelmente, os R$ 40,00.

Para quem não entende ou finge não entender o que esses capitalistas de quinta categoria e arautos do atraso fizeram, assevero que em abril, quando a crise do novo coronavírus estava a assustar e a matar as pessoas em Ásia e Europa, os governos de inúmeros países suspenderam as exportações do arroz, a fim de garantir a segurança alimentar de seus povos.

Na verdade, trata-se inclusive de segurança interna, coisa que a inteligência desinteligente desse desgoverno, que odeia pobres, trabalhadores e minorias, não sabe o que é e jamais saberá, porque a obsessão desse tipo de gente é tratar o próprio povo como inimigo.

Escândalos, sim, como se viu em vários setores do Governo de extrema direita, sendo que tais órgãos de inteligência não preveniram e não avisaram a Presidência sobre o tráfico de cocaína em um dos aviões da comitiva presidencial, além de muitos outros fracassos, que aconteceram nesse campo que Bolsonaro adora agir e atuar. Até hoje o Brasil se esforça para dar fim a esse tenebroso caso junto à Espanha.

Relembro os fracassos perpetrados pelo general Augusto Heleno, chefe da GSI, e de outros generais, pois a impressão que se tem é que tais oficiais retornaram ao centro das decisões centrais do País apenas para ocupar cargos, empregar os seus próximos e aumentar os salários, porque o fracasso socioeconômico é retumbante, com recordes negativos sucessivos, além da violência endêmica que campeia nos quatro cantos do País. Augusto Heleno, não se pode esquecer, teve comando altamente questionado no Haiti por causa de violência e mortes em favela, por parte dos soldados da ONU (capacetes azuis) sob suas ordens.

O desgoverno vendilhão e colonizado pelos Estados Unidos do fascista Jair Bolsonaro, irresponsavelmente, permitiu que houvesse o aumento de 10000% nas exportações de arroz. Vou repetir: DEZ MIL POR CENTO! É mole ou quer mais, cara pálida?! A verdade, nua e crua, é que os bárbaros estão no poder, a impor suas políticas públicas predatórias por causa de ódio, preconceito e ideologia. Aliás, se tem um governo mais ideológico do que esse desgoverno militarista, ainda está para aparecer, porque eu nunca vi nada igual em toda a minha vida. Essa gente é abjeta, e tóxica, porque altamente perigosa para o Brasil e os brasileiros.

Os brutamontes de inigualáveis ignorâncias do desgoverno fascista venderam todo o estoque de arroz do País como vendem também o patrimônio público que não construíram, além de romper com os marcos regulatórios, que dão segurança à população brasileira em inúmeros setores e segmentos. Trata-se de molecagem geral, como se eles fossem tubarões em plena carnificina de suas presas.

Bolsonaro e seus generais entreguistas, privatistas e que bancam, dissimuladamente, serem “patriotas” para enganar os bobos da Corte que são chamados de bolsominions, muitos deles ex-coxinhas, não possuem nenhum compromisso com a Nação brasileira, como deixou tão claro como a luz do sol o presidente fascista perante os supremacistas norte-americanos, conforme relatei neste artigo.

O capitão no passado desprezado pelo Exército, que sempre se elegeu com um discurso homicida de apoio aos torturadores e contra a sociedade civil organizada, é o aríete da depredação do Brasil, além de causador de ódio e discórdia ao tempo que totalmente submisso aos interesses de bancos, grandes industriais e comerciantes, latifundiários e, por fim, Bolsonaro é o sabujo dos donos do agronegócio, que exportaram a safra de arroz há pouco recolhida, bem como venderam todo o estoque existente no País, que garante o acesso da população ao mercado interno para comprar tão importante cereal.

Para termos uma ideia precisa da incapacidade, irresponsabilidade e incompetência desse desgoverno militarista, o economista e ex-ministro da Educação, Aloizio Mercadante, informou que em 2013 o Brasil possuía 944 mil toneladas de arroz estocadas, sendo que, em 2015, o País tinha mais de 1 (um) milhão de toneladas. No desgoverno de extrema direita e ultraliberal, existem apenas iníquas 22 mil toneladas, que não garantem nem uma semana de consumo por parte da população.

Além disso, Mercadante apontou outras gravidades e irresponsabilidades do desgoverno militarista: os estoques de feijão, farinha e trigo, itens essenciais da cesta básica do povo brasileiro também estão com estoques perigosamente baixíssimos, a exemplo do arroz.

O agronegócio planta milho e soja para exportar, bem como coopera, e muito, para evitar que a agricultura familiar receba incentivos creditícios por parte dos bancos de fomento, além de apoio técnico de empresas do governo como a Embrapa, de forma que os pequenos e médios agricultores plantem e aprendam técnicas efetivas de plantio, além de empregar e ocupar as pessoas, com a nobre finalidade de alimentar o povo brasileiro.

O Governo militarista e ultraliberal, pária do mercado internacional, rouba alimentos do povo e enche a barriga dos exportadores bilionários do País injusto, sem paz e desigual. Estão satisfeitos, cara pálidas?! É isso aí.

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