Governo trocou a saúde dos brasileiros por votos

"A revelação no Jornal Nacional de um discurso feito pelo principal ministro auxiliar de Temer, Eliseu Padilha, a portas fechadas, narrando os detalhes da escolha do atual ministro da Saúde deveria resultar na demissão de ambos se o governo tivesse o mínimo de consideração pelos cidadãos que o sustentam", diz o colunista Alex Solnik; "Um acordo espúrio entre o governo e o PP, que não atende aos interesses dos brasileiros, e sim do Planalto e do partido alçou ao posto um deputado que não tem nenhuma intimidade com o assunto de que seu ministério trata e que afeta dramaticamente o dia a dia da população"

"A revelação no Jornal Nacional de um discurso feito pelo principal ministro auxiliar de Temer, Eliseu Padilha, a portas fechadas, narrando os detalhes da escolha do atual ministro da Saúde deveria resultar na demissão de ambos se o governo tivesse o mínimo de consideração pelos cidadãos que o sustentam", diz o colunista Alex Solnik; "Um acordo espúrio entre o governo e o PP, que não atende aos interesses dos brasileiros, e sim do Planalto e do partido alçou ao posto um deputado que não tem nenhuma intimidade com o assunto de que seu ministério trata e que afeta dramaticamente o dia a dia da população"
"A revelação no Jornal Nacional de um discurso feito pelo principal ministro auxiliar de Temer, Eliseu Padilha, a portas fechadas, narrando os detalhes da escolha do atual ministro da Saúde deveria resultar na demissão de ambos se o governo tivesse o mínimo de consideração pelos cidadãos que o sustentam", diz o colunista Alex Solnik; "Um acordo espúrio entre o governo e o PP, que não atende aos interesses dos brasileiros, e sim do Planalto e do partido alçou ao posto um deputado que não tem nenhuma intimidade com o assunto de que seu ministério trata e que afeta dramaticamente o dia a dia da população" (Foto: Alex Solnik)

A revelação no Jornal Nacional de um discurso feito pelo principal ministro auxiliar de Temer, Eliseu Padilha, a portas fechadas, narrando os detalhes da escolha do atual ministro da Saúde deveria resultar na demissão de ambos se o governo tivesse o mínimo de consideração pelos cidadãos que o sustentam.

   Padilha afirmou, num encontro com diretores da Caixa Econômica Federal que a preferência do Planalto era por nomear um ministro de reconhecida competência na área, que foi frustrada após conversa com o PP.

   “A vaga da Saúde é de vocês” comunicou ele aos dirigentes do PP, “mas o governo gostaria de indicar um nome acima dos partidos, um notável”.

   “Não concordamos” responderam os dirigentes, segundo Padilha “nosso notável é o deputado Ricardo Barros”.

   “Vocês garantem os votos do partido no Congresso se ele for o ministro”?

   “ Garantimos”.

   “Então, está fechado”.

   Um acordo espúrio entre o governo e o PP, que não atende aos interesses dos brasileiros, e sim do Planalto e do partido alçou ao posto um deputado que não tem nenhuma intimidade com o assunto de que seu ministério trata e que afeta dramaticamente o dia a dia da população.

   Além disso, ele está sendo investigado por ter participado de um negócio suspeito, no valor de 56 milhões de reais embora seu patrimônio declarado no imposto de renda não chegue a 2 milhões de reais.

   O detalhe mais atentatório ainda a nós, o povo, é que esse pacto perverso e antidemocrático teve por objetivo garantir votos para aprovar o ajuste fiscal de 20 anos, que aprofundou a crise econômica e a reforma da Previdência que acaba com a aposentadoria da maioria da população.

   Padilha se justificou afirmando ao Jornal Nacional que o toma-lá-dá-cá político é normal em todas as democracias do mundo, mas esquivou-se de fornecer um exemplo sequer.

   O Jornal Nacional engoliu a generalização grotesca, tomando o partido do governo e do PP e não dos seus telespectadores.

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