Independência ou mortes! O STF não é de papel

A esfera Legislativa e Judiciária não devem permitir que o Estado torne-se um reles serviço de segurança para as megaempresas dentro do cabaré em que se constitui a globalização

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Três poderes em conflito, mas no olho do furacão: está o povo chorando seus mortos por Covid-19. Entre auxílios emergenciais que não são para todos e novos escândalos de corrupção existe uma voz que não quer calar: “Quem matou Marielle e Anderson”? Dois brasileiros de fé, dois seres humanos que exerciam sua cidadania em um país que ainda não se concretizou como nação.

O grito do Ipiranga foi fake. A República foi fake. E hoje, mergulhados em uma Democracia fake estamos testemunhando a História em tempo real. A História que como filha do seu tempo refletirá nossos dias (no futuro) com o braço forte da melhor indagação que se possa fazer ao documento; e então tudo que hoje é arrogância e má fé será fielmente transcrito como tal.

Beatitude é um elemento de felicidade para o filósofo e teólogo da Idade Média: São Tomás de Aquino, artificialmente ou naturalmente o ser humano poderá ser rico para desfrutar de tal bem-aventurança; que expressa plenitude, paz de espírito, alegria, ou êxito.

Será que a filosofia poderá explicar a atualidade do atual Estado e da Sociedade brasileira e seus reflexos geopolíticos e vice-versa? A eterna busca pela sabedoria, que faz da ciência filosófica uma investigativa, e interpretativa companheira do Homem há séculos...

Deverá levá-lo a refletir: será que geramos monstros desumanos que irão nos metralhar, ou desejar a nossa morte, para desafogar orçamentos com os gastos públicos, especialmente em relação a uma receita que gera empregos e seguridade social? Parece que sim. E isto fica nítido na reunião de bunker ministerial que vimos em rede nacional recentemente. A teoria geral dos Estados já deixou de ser algo meramente especulativo no campo religioso.

A teoria do Estado foi elaborada no século XVIII, por Jean Jacques Rousseau e teve como princípio o direito natural, que resultou em um contrato social. E a base da sociedade a partir das teses contratualistas, é o assentimento e a aceitação, e não autoridade como princípio. A vontade geral que preserva o bem comum.

E o então o ministro do STF está buscando zelar pela Constituição Republicana, ao tomar as medidas cabíveis de investigação sobre a onda de fake News e a onda de ódio que vem sendo emanada dos altos escalões de um poder Executivo persecutório e arbitrário.

A esfera Legislativa e Judiciária não devem permitir que o Estado torne-se um reles serviço de segurança para as megaempresas dentro do cabaré em que se constitui a globalização.  

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