Influenza (gripe) X coxinismo

O vírus promove ainda alterações neurovisuais, determinando no indivíduo afetado sintomas de descontrole comportamental com surtos de intensa agressividade diante da cor vermelha

Impressiona as afinidades e coincidências entre essas duas viroses.

A Gripe é provocada pelo vírus influenza com três variedades, que já produziram muitas epidemias no mundo afora: o Hin1, o H1N2 e o H2N3

O vírus do coxinismo atende pelo nome de H1M4, com quatro cepas a saber: H1ME, H1MF, H1MV e o mais agressivo deles o H1MG. Assim como na Influenza, as quatro variedades do vírus do coxinismo mantêm a mesma base genética.

Uma curiosidade científica: Nos boletins epidemiológicos não existem qualquer evidência do H1MV relacionado a infecções intestinais, mas os pesquisadores descobriram, que o vírus é encontrado com muita frequência no sistema de esgotos das grandes cidades brasileiras

A tosse com secreção, febre alta e persistente são sintomas constantes da Influenza.

No coxinismo a sintomatologia, bastante diversificada, vai desde a perda da sensibilidade social, passando pelo desaparecimento do senso de justiça e, mais grave, os infectados perdem o interesse pelos valores da democracia. Mais: As toxinas do H1M4 estimulam no Sistema Nervoso Central a liberação de neurotransmissores que vão desenvolver sentimentos seletivos de raiva e rancor.

O vírus promove ainda alterações neurovisuais, determinando no indivíduo afetado sintomas de descontrole comportamental com surtos de intensa agressividade diante da cor vermelha.

Na Gripe, a transmissibilidade ocorre através da tosse e do espirro. Já no coxinismo, a principal via de contágio do H1M4 são as redes sociais
O vírus influenza infecta com mais facilidade pessoas com baixa imunidade. O HiM4 tem uma predileção toda especial por indivíduos de QI fragilizado.

A Influenza é uma virose de caráter essencialmente epidêmico com surtos importantes que surgem pelas mutações sucessivas do vírus e que determinaram ao longo do século passado três graves pandemias - 1928/19, 1957/63 e 1968/70.

O coxinismo é uma doença endêmica, mas se torna epidêmica numa rigorosa periodicidade de 4 em 4 anos. Assim como o vírus da gripe, o coxinismo tem também a capacidade de provocar pandemias importantes. As grandes epidemias do coxinismo no Brasil surgiram, sempre que houve interrupção do establischment político, eternamente em poder da burguesia nacional, conforme ocorreu em 1954, 1964 e 2016.

Na maior pandemia da história ocorrida em 1918/19 (gripe espanhola) a cepa H1N1 infectou 50% da população mundial. No Brasil, a epidemia correspondente ocorreu em 2016, com ação conjunta das quatro cepas do H1M4, mas com participação destacada do mais virulento deles, o H1MG. que aliás, mantêm em seu currículo ações efetivas em todas as três grandes epidemias de coxinismo ocorridas no país.

O contato com o vírus selvagem e vacinal concede imunidade transitória ao indivíduo. A profilaxia do coxinismo é realizada nas visitas aos portais e blogosfera independentes, sem as amarras do pensamento único estabelecido pelo vírus H1M4.

Observações mais atentas dão conta de que, a partir de 2016 verificou-se uma redução acentuada do poder de infectividade do vírus do coxinismo. mas os estudiosos, de olho nas características epidemiológicas do H1M4, asseguram que em 2018 sua virulência deve ressurgir com força máxima.e recomendam aos cidadãos brasileiros, adotarem medidas profiláticas para evitar a propagação desenfreada do vírus, que proporcionou incalculáveis prejuízos à democracia brasileira.

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