Irmãos Marinho são incompatíveis com a democracia, o Estado de Direito e censuram o Lula

A entrevista de Lula foi comentada ou publicada em jornais como The New York Times, Washington Post, Le Monde, Le Figaro, Clarin, entre outros. Entretanto para os filhos do velho Roberto, Lula, a quem os Marinho odeiam, não existe, só apenas quando se faz campanha insidiosa, mentirosa e covarde

Irmãos Marinho são incompatíveis com a democracia, o Estado de Direito e censuram o Lula
Irmãos Marinho são incompatíveis com a democracia, o Estado de Direito e censuram o Lula

Certamente que os irmãos Marinho, que são praticamente invisíveis tais quais às eminências pardas dos governos e do mundo empresarial, não se encaixam na sociedade brasileira e no sistema democrático, porque totalmente contrários aos seus interesses, mesmo que haja muitos grupos sociais que se aliem ao oligopólio midiático dos filhos do falecido Roberto Marinho.

O Grupo Globo, que já se autodenominou "Organizações", um nome bastante sugestivo, diga-se de passagem, é incompatível com a democracia, a soberania do País, os direitos dos trabalhadores e com os interesses do Brasil. A verdade é que os irmãos Marinho pertencem, ipsis litteris, à plutocracia internacional e, com efeito, agem e atuam desde 1925 como porta-vozes dos interesses estrangeiros, a exemplo da grandes petroleiras e da banca internacional.

Quem pensa que o Grupo Globo presta grandes serviços à Nação está redondamente enganado ou propositalmente age como cínico e hipócrita. Os Marinho pensam, sobretudo, neles e, evidentemente, nos interesses econômicos e financeiros de seu monopólio midiático, que tem tentáculos em outros setores da economia, inclusive e principalmente no segmento financeiro, porque os Marinho também são banqueiros, pois, obviamente, o cartel que pertence a eles é associado às bancas nacional e internacional. Não é mesmo, cara pálida?

Entretanto, ainda há gente e setores da indústria, do comércio e do mundo rural que fingem acreditar que tal família é imbuída de propósitos nobres para o mercado interno, um gigante relegado a um segundo plano, bem como se tornam cúmplices de seu golpismo atávico, que visa, indelevelmente, sufocar as vozes dos setores progressistas e patrióticos da sociedade brasileira.

Obviamente que a finalidade principal é de criminalizá-los, para logo após judicializar a luta e as reivindicações dos partidos populares e de esquerda, dos movimentos sociais, da sociedade civil organizada e dos sindicatos, assim como usar suas empresas para levar medo e desconfiança, principalmente às classe ricas e médias, as principais "compradoras" das manipulações, distorções e mentiras perpetradas pelo Grupo Globo, já que tal oligopólio teve a ousadia e a irresponsabilidade de participar e liderar inúmeras tentativas de sublevações e ser protagonista de dois golpes de direita, como os de 1964 e de 2016.

Movimentos golpistas que tiveram e tem o propósito de concentrar renda e riqueza, impedir a emancipação do povo brasileiro e entregar as riquezas desta Nação, além de desmontar criminosamente o estado brasileiro por meio da entrega das empresas públicas, da retirada de direitos e do congelamento do orçamento da União, cujo objetivo é paralisar as obras em todo o País e engessar os investimentos em saúde, educação, infraestrutura, empregos e moradia.

Os irmãos Marinho são os asseclas do ultraliberalismo no Brasil, por intermédio de seus editoriais e programas que defendem por meio de seus especialistas de prateleiras e jornalistas pagos a peso de ouro para defenderem um modelo econômico que é e foi um fracasso retumbante em todo o planeta, mas que propicia a concentração de riquezas e deixa os ricos ainda mais ricos e os pobres mais pobres, sendo que ainda entrega o mercado interno aos países centrais, notadamente aos Estados Unidos.

O Grupo Globo age como um câncer e causa transtornos à sociedade brasileira há décadas, porque principal condutor de seu sofrimento, pois combate, intermitentemente, o desenvolvimento nacional e coopera como principal polo da direita nacional e internacional no que diz respeito à consolidação dos benefícios e privilégios de uma burguesia que em cinco séculos jamais quis edificar um país solidário, igualitário, democrático e aberto a todos os grupos sociais que desejam se desenvolver.

Pelo contrário, o megaempresário Roberto Marinho e, posteriormente, seus três filhos cujos nomes são impossíveis de decorar, pois eles são praticamente invisíveis, sempre apostaram inclusive na censura, a fim de interditar o debate, o diálogo e a democracia. Estado de Direito para esses magnatas bilionários de direita é apenas um rótulo de qualquer produto, que pode, de acordo com os ventos políticos, ser retirado da prateleira, pois para isto basta vislumbrar oportunidade, e ela aconteceu por intermédio dos movimentos de direita a partir de 2013.

Neste fatídico ano, o Grupo Globo da famiglia Marinho chegou à desfaçatez e à ousadia de usar uma empresa de concessão pública para chamar uma classe média racista e moralmente odienta para tomar as ruas contra um governo democrático e popular porque não suportou ver pobre, preto, nordestino, gay, deficiente e empregados de todos os setores e segmentos melhorarem de vida e, timidamente, ocuparem algum espaço na escala de consumo e no acesso a bens, escolas, aeroportos, shoppings, shows, restaurantes, supermercados, viagens e simplesmente passear nos bairros onde os ricos e as classes médias moram, porque estas apenas sempre aceitaram a presença de seus "subalternos" para somente servi-los. Ponto!

Os governos que o Grupo Globo apoia por intermédio de golpes e outras mutretas e espertezas são criminosamente elitistas, sectários, preconceituosos e, sobretudo, antidemocráticos, antinacionais, antipopulares e profundamente refratários à inclusão de grupos majoritários da sociedade que são tratados como minorias por não terem voz ativa e, consequentemente, não são organizados para enfrentar o establishment.

A Rede Golpe de Televisão, por exemplo, convocou incontáveis vezes a classe média brasileira para participar de micaretas de coxinhas cujo propósito era levar à deposição de Dilma Rousseff, sendo que a queda dela não poderia ser avulsa, porque seria inócua sem a perseguição covarde a Lula, cuja perseguição o levou à injusta prisão e atingiu duramente sua família, que terminou com a morte de sua esposa Marisa Letícia.

Lula foi preso e os irmãos Marinho se regozijaram, por intermédio de seus bate-paus espalhados pelas redações do grupo midiático que inferniza o Brasil. Lula foi censurado quando quis falar nas eleições, bem como calado posteriormente. Os grandes grupos midiáticos se calaram ou apoiaram a censura, mesmo sendo frontalmente contra a liberdade de expressão e o Estado de Direito. Lembre-se, os Marinho participaram do escândalo do Proconsult contra Leonel Brizola, censuraram as Diretas Já!, editaram o debate final entre Lula e Collor e apoiaram efetivamente os golpes de 1964 e 2016. São profissionais e não amadores, sendo que a esquerda sempre quebrou a cara por remediar ao invés de se prevenir. Espero que tenha aprendido.

Contudo, tais abutres da democracia se "revoltaram" em um cinismo aviltante somente possível aos hipócritas ou aos moralistas sem moral, quando os sites de extrema direita O Antagonista e a Revista Crusoé foram "censurados", quando na verdade estavam a se comportar como veículos de grupos de direita que estão insatisfeitos com alguns dos juízes do STF, também conhecido como Supremo Com Tudo (SCT).

Trata-se do Tribunal que se tornou a vergonha, o vexame e a desgraça do Brasil, que é o principal responsável pelo golpe de 2016 e a prisão surreal e malévola de Lula, já que referendou a perseguição inominável a ambos, pois o objetivo era impedir a eleição de Lula em 2018 e manter as políticas contra o Brasil nos desgovernos antirrepublicanos de *mi-shell temer, um patife de marca maior e do fascista Jair Bolsonaro, o sujeito que vai radicalizar ainda mais as políticas nefastas e antipopulares de *temer.

Os irmãos Marinho censuram seus empregados e orientaram por meio de seus chefetes de confiança para que o corpo de jornalistas não repercutisse a notícia mais importante e emblemática da semana, que foi a entrevista de Lula concedida à Folha de S. Paulo e ao El País. Ora vejam, o maior e mais importante político da história do Brasil, juntamente com Getúlio Vargas, para os irmãos Marinho não tem importância.

O que tem importância é apoiar outro golpe de estado em favor dos Estados Unidos, desta vez contra a Venezuela, de forma que seu petróleo seja roubado. Isto sim. Quando se trata de golpe de direita, pode contar com os filhos de Roberto Marinho. Trata-se do golpismo nas veias. Questão de DNA. O autoritarismo e a arbitrariedade orgânicos, pois da própria natureza de tais predadores do Brasil.

Informou a jornalista Cristina Padiglione, no Uol, em seu blog Telepadi. "A recomendação chegou sem justificativas. Aos profissionais, apenas foi enfatizado, de forma verbal, que o assunto não deveria constar dos noticiários e que a emissora não tem interesse em pedir, ela própria, uma entrevista com Lula".

A Globo nunca terá interesse em Lula. O presidente trabalhista e de esquerda é tudo o que os Marinho não querem ouvir e muito menos se preocupar se os consumidores dos produtos de seu grupo midiático gostem ou não. Dane-se! Para quem é useira e vezeira em participar de golpes, censurar seus inimigos é a tônica. E tão comum e ordinário que se Lula morrer na cadeia os magnatas bilionários que nunca foram investigados para valer pelo Estado vão abrir champagne para brindar. Ué, a casa grande é assim e assim sempre será...

A entrevista de Lula foi comentada ou publicada em jornais como The New York Times, Washington Post, Le Monde, Le Figaro, Clarin, entre outros. Entretanto para os filhos do velho Roberto, o Lula, a quem os Marinho odeiam, não existe, só apenas quando se faz campanha insidiosa, mentirosa e covarde para demonizá-lo perante a sociedade e cooperar para prendê-lo. Sendo assim, os Marinho se importam. E como!

Do contrário, não se dá uma única notícia ou linha, pois pouco importa aos seus veículos de comunicação fazerem um jornalismo de esgoto, manipulador, censor, distorcido, bem como os fatos históricos se tornam apenas um mero detalhe. Pelo status quo tudo. Mesmo ao preço de o Brasil virar ou ser uma cloaca ou pardieiro. A cara e a alma do Grupo Globo, diga-se de passagem.

E assim caminha a humanidade. Os Marinho querem ser mais realistas do que o rei. A verdade é que o Lula irá sair da cadeia, bem como dezenas de milhões de brasileiros consideram o Grupo Globo abjeto, golpista, falso moralista, vendedor de leviandades e mentiras, além de saber que enquanto este oligopólio midiático não se adequar à efetivação da regulamentação das mídias por meio de um marco regulatório, o Brasil jamais sairá desse inferno, porque com o Grupo Globo não há desenvolvimento, solidariedade e paz. Lula Livre! É isso aí.

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