Jagunços institucionais e anjos tronchos

A vida não pode seguir seu curso normal quando sabemos que pessoas foram transfiguradas e podem continuar a serem transformadas em cobaias, correndo risco de morrer dentro de salas de aulas contaminadas, em meio à pandemia que ainda não acabou

www.brasil247.com - Volta às aulas na pandemia
Volta às aulas na pandemia (Foto: ABr)


Sim, estamos mutilados, tronchos. Nós, os brasileiros que pensam, que rezam, que oram, que labutam, que não mentem. Nós, os vitimados pela dor da desigualdade. A desigualdade que foi semeada desde os primórdios entre mulheres e homens, na face da Terra.

A ideia de paraíso é universal, ela nos remete à alegria e à perfeição das almas, que gozam de alteridade e paridade em consonância com a natureza repleta de água límpida, e sombra revigorante, em meio aos raios fúlgidos da luz solar...

Gargalhadas foram ouvidas na sala presidencial... será? E até dizem que acabou em pizza; mas a CPI calou fundo a alma do povo, diante de todos os horrores sofridos pelas vítimas diretas e indiretas do holocausto verde e amarelo, que teve um tribunal justo. A gargalhada sonora de desdém...

Há um LEGISLADOR, que nunca dorme. E mesmo em face da arbitrariedade da VOLTA ÀS AULAS PRESENCIAIS, como a matéria abaixo expressa. Nosso dever é RESISTIR, nunca aceitar o erro humano, vindo de gestores que legislam e executam em causa própria. Como no Rio de Janeiro. O modus operandi da injustiça precisa ruir e dar lugar a um novo edifício igualitário repleto de voz e e vez de um povo; que atualmente cata lixo em caminhões: a imagem emblemática mais troncha e nazista de todos os tempos… leia aqui o quão sórdido é ato executivo, sob forma de notícia. É indecente. Leia na íntegra e verás.

O fragmento que se encontra no fim deste parágrafo expressa veracidade e despertamento, ele prova que ainda existem poetas, artistas, gente, que no Brasil; de forma angelical sente e ressente o quanto a desigualdade é o câncer da sociedade. E Caetano Veloso sentiu, e compôs inspirado nos fatos da globalização. A vida não pode seguir seu curso normal quando sabemos que pessoas foram transfiguradas e podem continuar a serem transformadas em cobaias, correndo risco de morrer dentro de salas de aulas contaminadas, em meio à pandemia que ainda não acabou: tudo para que governantes irresponsáveis possam continuar desgovernando estados, como por exemplo, o Estado do Rio de Janeiro. 

“Desses que vivem escuro em plena luzDisseram vai ser virtuoso no vícioDas telas dos azuis mais do que azuisAgora a minha história é um denso algoritmoQue vende venda a vendedores reaisNeurônios meus ganharam novo outro ritmoE mais e mais e mais e mais e maisPrimavera Árabe e logo o horrorQuerer que o mundo acabe-seSombras do amorPalhaços líderes brotaram macabrosNo império e nos seus vastos quintaisAo que reveem impérios já milenaresMunidos de controles totaisAnjos já mi ou bi ou trilionáriosComandam só seus mi, bi, trilhõesE nós, quando não somos otáriosOuvimos Shoenberg, Webern, Cage, canções.

As lágrimas jorram de meus olhos (por mim) e por outros professores, que podem fenecer por novos Calígulas travestidos de sheik ou de cristãos, como o caso do senhor C. Castro. Como bem disse o relator Renan Calheiros, os jagunços institucionais existem, e eu complemento: "estes JAGUNÇOS trabalham para escravizar e matar sempre". Cabe a você leitor escolher se quer ser DOMINADO e/ou ceifado. Foi importantíssima para a Casa Brasil 247 o questionamento feito pelo excelente repórter Joaquim de Carvalho hoje, ao entrevistar o senador Randolfe Rodrigues, já que a mentira não pode continuar a ser a moeda de troca dentro do sistema "genocida" que governa o gigante Brasil.

#LEIABRAZILELVIREBRASIL

#247VANGUARDA

"A desigualdade é o câncer da sociedade"

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