"La Betê" somos nós!

A patuleia histriônica fervilha! Um artista pelado é mais importante e central do que todo um país que escorre pelo ralo da mais aberta invasão estrangeira e que já aconteceu por aqui. É vergonhoso e lamentável!

A patuleia histriônica fervilha! Um artista pelado é mais importante e central do que todo um país que escorre pelo ralo da mais aberta invasão estrangeira e que já aconteceu por aqui. É vergonhoso e lamentável!
A patuleia histriônica fervilha! Um artista pelado é mais importante e central do que todo um país que escorre pelo ralo da mais aberta invasão estrangeira e que já aconteceu por aqui. É vergonhoso e lamentável! (Foto: Ângelo Cavalcante)

Enquanto Wagner Schwartz é elevado à condição de inimigo número um do país por conta de sua performance "La Bête" [do francês: animal, inseto], o país é tragado pelo maior desfalque de toda a sua história onde um decisivo e fundamental patrimônio público e construído por toda a sociedade durante séculos é entregue por moeda podre para grandes nações do mundo.

Aliás, o que acontece no Brasil não tem precedente no mundo contemporâneo. Toda a infraestrutura energética, de transporte e produtiva do país está sendo dilapida, transferida de forma fluída por tostões, pela camorra que tomou conta do poder de assalto.

São estradas, usinas hidrelétricas, termoelétricas, centrais de água, bancos públicos, aeroportos e até nacos da Amazônia. Enquanto isso, em clara estrategia diversionista, a mídia lança luzes e holofotes sobre o trabalho artístico, absolutamente artístico e sem qualquer conteúdo erótico de Schwartz.

A patuleia histriônica fervilha! Um artista pelado é mais importante e central do que todo um país que escorre pelo ralo da mais aberta invasão estrangeira e que já aconteceu por aqui. É vergonhoso e lamentável!

Aos que não sabem, essas estruturas sociais e produtivas são partes fundamentais de um amplo projeto de desenvolvimento nacional e que mira em soberania, autosuficiência e, por fim, na capacidade de gerir os próprios destinos. Não são detalhes, filigranas ou miudezas a serem descartadas por este ou por aquele governo.

Depois da escravidão, esse é o pior tempo de toda a história brasileira. Tempo onde um moralismo cretino e de ocasião que ganha centro, determinação e poder de governo e um bom senso... Um bom senso que faz o que pode entre o Rivotril e outras drogas maravilhosas.

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