Lula é o centro e a pacificação enquanto Bolsonaro gera conflitos e desmonta o País

Lula significa moderação para unir e pacificar o País, que está desde 2013 dividido e, consequentemente, movido pelo ódio e a intolerância

(Foto: NE Notícias)
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Por Davis Sena Filho

Como afirmei inúmeras vezes nesta tribuna democrática do Brasil 24/7 sobre a condição política de Lula, novamente volto a declarar: Lula é o centro e o centro é o Lula! E sabe o quê autêntica o que tenho dito sobre o político mais importante da América Latina ser o centro da política e o moderador de conflitos? As pesquisas eleitorais, cara pálida, você a gostar ou não. Lula significa moderação para unir e pacificar o País, que está desde 2013 dividido e, consequentemente, movido pelo ódio e a intolerância.

Isto mesmo, as pesquisas divulgadas por diversos institutos, pois o fato real é que Lula está à frente de Bolsonaro e venceria no primeiro turno. Essa realidade, cara pálida, irá expor ainda mais o seu desassossego, a sua ira e o seu inconformismo atávico por ver o seu "mito" e predador do Brasil de extrema direita, Jair Bolsonaro, rolar ladeira abaixo no que concerne à sua inconfundível ferocidade, ausência de empatia e respeito pelos brasileiros.

Por isto que tal sujeito tratado como pária em âmbitos mundial tem e terá, evidentemente, como marca eterna do seu desgoverno a sua incomparável incompetência e iniquidade para realizar qualquer coisa minimamente útil ou que beneficie o povo brasileiro, porque absurdamente inconsequente e inepto até para efetuar ou concretizar as ações mais comezinhas e ordinárias para qualquer pessoa comum, que tem, razoavelmente, o controle de seus pensamentos e emoções.

Por sua vez, percebe-se nitidamente que o fascista ultraliberal e chefe de um desgoverno militarista de números e índices econômicos e sociais pífios e negativos se encontra em situação de imensa pressão por causa do fracasso retumbante na economia em todos os segmentos econômicos e sociais, bem como é o maior e principal responsável pelas cerca de 430 mil mortes por Covid-19 acontecidas no Brasil, em um tragédia sanitária sem precedentes, que causará, sem sombra de dúvida, o enfraquecimento moral e eleitoral de um presidente que jamais cuidou dos interesses do povo brasileiro, porque irremediavelmente representa os interesses dos EUA e da casa grande brasileira e por isto o lacaio dos ricos e o capataz que comanda o desmonte do estado nacional.

Lula, a cumprir o papel de político moderado e aberto ao diálogo, porque em busca de apoio político e partidário para tentar vencer as eleições presidenciais de 2022 e, por conseguinte, dar o pontapé inicial para que o povo brasileiro retome as rédeas de seu destino e de sua própria história ao eleger Lula e derrotar o extremista de direita Jair Bolsonaro, aquele que o desempregou e desmontou o Brasil violentamente e perversamente, a recrudescer a pobreza e causar tristeza e desespero ao povo brasileiro --- à nação.

A vitória de Lula nas eleições do ano que vem é, sobretudo, a garantia de o Brasil resgatar sua soberania e, consequentemente, efetivar uma diplomacia independente, de forma que o País volte a recuperar seu lugar no mundo, além de retomar o crescimento social e econômico, a ter o estado brasileiro como o garantidor de demandas e o indutor do desenvolvimento, com o estado a voltar a recuperar seu papel, por intermédio dos bancos públicos, das estatais, a exemplo da Petrobras e Eletrobras, que tem de ser a todo custo preservadas, porque titãs que tratam de energia.

Por sua vez, e obviamente, que um País que não controla seus modais energéticos ou transfere o controle para os estrangeiros por meio de vendas irresponsáveis e a preço de banana, certamente será um País subalterno, subserviente e degradado pela escravidão de seu próprio povo perante as potências internacionais, notadamente os Estados Unidos, que já está a mudar sua postura perante o desgoverno Bolsonaro, pois não interessa aos EUA que o Brasil volte a ser um player internacional como ocorreu nos governos de Lula e no primeiro governo de Dilma Rousseff.

O presidente dos EUA, Joe Biden, não mistura a questão ambiental somada à sua discordância das ações do Governo Bolsonaro com a soberania do Brasil governado por um político com a história de Lula. Porém, Lula lidera as pesquisas há um ano e cinco meses da realização do certame eleitoral de 2022. 

Ainda tem muita água para correr por debaixo da ponte, mas há uma imensa necessidade de resgatar o Brasil para tirá-lo do buraco em que se enfiou deliberadamente, ah, isso todo mundo sabe. Entretanto, a esquerda e o PT tem de rapidamente compreender que o Lula, como candidato, não terá o apoio de Biden, que, tal qual a todos os presidentes estadunidenses, asseguram-se de garantir a hegemonia global norte-americana, sejam eles democratas ou republicanos.

Voltemos ao Bolsonaro. Para se ter uma ideia, o desgoverno militarista do presidente fascista não construiu uma única escola ou unidade de saúde, além de retirar direitos civis consagrados, congelar recursos da união para setores como saúde, infraestrutura e educação, vender estatais importantes para o desenvolvimento e a soberania do País, abandonar a população na mega crise da Covid-19 à própria sorte e, incansavelmente, criar crises políticas em bate-bocas sem fim e extremamente violentos.

Sua péssima conduta política e moral tem como ambição sua permanência no poder, se possível sem ter que competir nas eleições de 2022, porque sabedor que Lula lidera as pesquisas eleitorais de forma acachapante, assim como está a conversar com vários segmentos político-partidários de centro e direita, além de estar sempre alerta para formalizar apoios de partidos do campo da esquerda, sem esquecer de abrir frentes junto ao empresariado e à sociedade civil em geral.

Muito diferente o é Bolsonaro e seu governo de conflitos e desamparo cruel da população, que está sempre a vislumbrar um meio de permanecer no Palácio do Planalto por intermédio de métodos autoritários e antidemocráticos, a usar as forças armadas como escudos para suas insanidades e idiossincrasias, que o remetem para uma situação de uma pessoa descontrolada e incompetente para ocupar o principal cargo da República.

Por sua vez, o Datafolha realizou sua primeira pesquisa e a divulgou no dia 12/05, com Lula a disparar na dianteira, com 41% contra 23% de Bolsonaro, no primeiro turno. No segundo turno, a diferença é ainda maior, com Lula a alcançar 55% e Bolsonaro 32%. 

Para concluir, e a dar os trâmites, por enquanto, como findos, a realidade é que Lula lidera as pesquisas eleitorais, porque ele é o centro e tem experiência e talento para dialogar e negociar acordos para se estabelecer uma nova ordem institucional e política no Brasil pós-golpe e pós-Lava Jato, enquanto Bolsonaro desmonta o Brasil e o transforma em uma nação pária e carcomida por intermináveis crises e conflitos. O Brasil precisa de paz e se desenvolver dentro da legalidade constitucional. É isso aí.

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