Lula está pronto para fazer o governo mais importante de sua vida
Com a maturidade de quem viveu tudo, Lula chega ao seu quarto mandato mais preparado, convicto e determinado do que nunca a transformar o Brasil
A trajetória começou há tempos, quando Lula já havia decidido que seria candidato a um segundo mandato, mas não o dizia publicamente. Deixava espaço para as conhecidas especulações da mídia: "ele já tem uma idade avançada", "não tem mais saúde para um novo governo", "deveria deixar lugar para alguém mais jovem", seu tempo já passou", etc. e tal, e coisa. Essas bobagens todas.
Mas, como se vê agora, ele está mais amadurecido que nunca, sabe mais do que nunca o que quer e deve fazer. Seu discurso está redondo, ele o desenvolve com imensa naturalidade e com grande convicção. Nunca como agora ele desenvolve sua linha de pensamento com total coerência e clareza.
É como se toda sua história desembocasse agora, em um momento em que ele tem uma visão e uma convicção plena do que precisa fazer e do que o Brasil precisa.
Quando ele menciona Dona Lindú, é como se ele estivesse agora colocando em prática tudo o que ele aprendeu dela. Ele reitera a importância de tê-la tido como sua mãe, que lhe incutiu os valores e o caráter que ele desenvolveu em toda a sua vida. A força para não desistir nunca, para lutar sempre, para buscar sempre, incansavelmente os seus objetivos maiores.
Mais do que nunca ele é o filho da Dona Lindú, a pessoa mais importante da sua vida, a que mais o influenciou, a que mais orientou os caminhos da sua vida.
Lula está mais maduro do que nunca, como se agora estivesse em condições de sintetizar tudo o que ele aprendeu ao longo da sua vida, incluindo suas origens, os primeiros anos da sua vida – em que ele diz, com naturalidade, que não teve infância –, sua vida com os oito irmãos, dos quais quatro morreram.
Lula está inteiro, completamente lúcido e capaz de conduzir o Brasil para enfrentar os grandes dilemas que tem pela frente. Ele tem a consciência da sua responsabilidade e do momento histórico que ele está vivendo. Da responsabilidade de voltar a ser presidente do Brasil, pela quarta vez eleito democraticamente, como ninguém havia sido.
Ele sabe que vai fazer o governo mais importante da sua vida. Que vai enfrentar os problemas acumulados ao longo da história do país com toda a experiência que ele acumulou ao longo dos seus primeiros três governos, incluindo as leituras que fez quando estava preso, as conversas que ele faz questão de dizer que faz, sempre, com as pessoas que diz que ele mais leva em conta, antes de tomar as decisões. Porque ele sabe que delas depende o futuro do Brasil, não apenas de mais um governo seu.
Quem o vê e o ouve fica mais seguro ainda, de que o Brasil está nas melhores mãos possíveis. Que nunca o país teve um presidente tão qualificado, tão consciente, que acumula tantas experiências históricas e políticas. Nós sentiremos mais orgulhosos do que nunca de voltar a votar nele.
Podemos ter consciência de que estamos prestes a reeleger o melhor presidente que o Brasil já teve. E que vamos viver um momento inesquecível da nossa história.
* Este é um artigo de opinião, de responsabilidade do autor, e não reflete a opinião do Brasil 247.




